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Ultima atualização: 9 de junho de 2020

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Não se trata de um tema normalmente tratado no dia a dia, mas ele afeta a rotina de todas as pessoas. Falar sobre o funcionamento do intestino geralmente causa constrangimento e até brincadeiras inoportunas. Mas é preciso saber que a constipação pode trazer muitas consequências nocivas ao organismo. Por isso, é fundamental saber como tratar esse mal.

Este é o principal objetivo deste artigo. A partir de agora, vamos falar sobre as possíveis causas e o desconforto causado pela prisão de ventre. E mais. Você vai ver que, com pequenas mudanças nos seus hábitos alimentares, já é possível amenizar esses inconvenientes episódios. Siga conosco!

O mais importante

  • A constipação é um mal que afeta três vezes mais as mulheres do que os homens e pode aumentar progressivamente a frequência, em ambos os sexos, a partir dos 60 anos.
  • A lentidão do intestino que gera a constipação não é uma doença, em si. Mas pode ser o indicativo de que algo não está bem em seu organismo ou em seus costumes.
  • Pessoas que sofrem com a prisão de ventre normalmente relatam uma diminuição significativa em sua qualidade de vida.

Os melhores produtos contra a constipação: nossas recomendações

Não existe um tratamento definitivo para combater a constipação. É possível obter resultados satisfatórios com o uso de laxantes ou suplementos alimentares. Além disso, os produtos para recompor a flora intestinal também ajudam a amenizar essa situação. Para ilustrar, reunimos aqui alguns dos melhores produtos do mercado. Veja quais são:

A cápsula de alta absorção para ação rápida

O óleo de linhaça é um dos mais eficientes agentes no equilíbrio do sistema digestivo, melhorando o fluxo intestinal e fazendo com que o organismo absorva mais nutrientes e elimine as toxinas através da digestão.

Com cápsulas em softgel que auxiliam a absorção, este suplemento atua no trânsito intestinal, combatendo a prisão de ventre. Além disso, ainda ajuda a reduzir inflamações e melhora a qualidade da sua pele e dos cabelos.

A geléia natural que estimula o funcionamento do intestino

Gostosa e agradável de consumir, essa geleia combina polpa de Ameixa e de tamarindo para uma ação poderosa em casos de constipação e irregularidade intestinal.

Sem adição de açúcar ou qualquer outro tipo de aromatizante ou conservante, ela é 100% natural e promove um equilíbrio orgânico do seu sistema digestivo. Rica em fibras e ativos estimulantes, a geleia tem ação que varia entre 8 e 10 horas após a ingestão.

O probiótico mais vendido on-line

Este suplemento é um probiótico que combina 8 cepas e 14 bilhões de bactérias naturalmente benéficas. Em conjunto essa flora é responsável por promover a digestão saudável.

De uso exclusivo para adultos, ele estimula o funcionamento do intestino, liberando da prisão de ventre. Para resultados ainda mais eficazes, a orientação é de uma dieta rica em fibras e com muito líquido. Recomenda-se a ingestão de duas cápsulas do probiótico por dia.

Tudo o que você precisa saber sobre a constipação

Nem sempre é fácil identificar a causa da prisão de ventre. Pode ser alguma deficiência alimentar ou problemas no sistema digestivo que precisam de atenção médica. Pensando nisso, elaboramos um guia para esclarecer os principais pontos sobre este incômodo e orientá-lo para as medidas mais indicadas em cada situação. Confira!

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Não se trata de uma enfermidade em si, mas a constipação repetida pode indicar que algo no seu organismo não está funcionando bem. (Fonte: Worathat: 105740857/ 123rf.com)

O que é constipação?

Para responder a esta pergunta, é preciso falar um pouco sobre o bom funcionamento do intestino. Especialistas costumam dizer que existe um número mágico para definir a regularidade intestinal e os problemas decorrentes do desequilíbrio em seu funcionamento. Este número é o “3”. Sabe por que?

  • Mais de 3 evacuações abundantes ao dia sugere diarreia;
  • Menos de 3 evacuações ao longo da semana sugere constipação;
  • Intestino preguiçoso por menos de 3 meses configura constipação aguda;
  • Prisão de ventre por mais de 3 meses indica constipação crônica.

Ficou simples, não é? A constipação, portanto, é a lentidão do trânsito intestinal, com diminuição na quantidade de evacuação. Também é importante levar em consideração a dureza das fezes e o esforço necessário para defecar. Estes são sintomas muito comuns que acompanham a constipação (1).

Quais as causas da constipação?

Como dissemos há pouco, a lista de fatores que podem causar constipação em adultos é praticamente infinita. Normalmente, não há uma explicação única, ou física, para a ocorrência deste distúrbio. No entanto, é possível elencar alguns gatilhos que podem ser vistos como causadores da lentidão instestinal (1, 7).

  1. Uso prolongado de fármacos como antidepressivos, suplementos de ferro e anti-histamínicos;
  2. Diabetes mellitus e outros desequilíbrios no metabolismo;
  3. Distúrbios psiquiátricos como depressão e até anorexia nervos;
  4. Doenças neurológicas como Parkinson ou outras demências;
  5. Problemas no sistema digestivo, como obstrução;
  6. Estilo de vida sedentário, dieta inadequada, baixa ingestão de líquidos, assim como sobrepeso ou obesidade (15).

O que fazer para combater a constipação?

Nem sempre é necessário recorrer a tratamentos médicos ou medidas extremas para ficar livre da prisão de ventre. Em muitas situações, bastam algumas mudanças em costumes e ajustes na alimentação para manter a saúde do aparelho digestivo e melhorar o trânsito intestinal:

  • Aumentar o consumo de fibra: Segundo especialistas, 30 gramas de fibra por dia ajudam na regularização das fezes (13). As fibras podem ser encontradas em frutas, legumes e cereais. Mas tenha cuidado! O aumento deve ser feito aos poucos para não agravar a condição de intestino preso. Isso pode acontecer especialmente em casos de obstrução intestinal (1);
  • Ingerir mais líquidos: aumentar o consumo de água é fundamental para ajudar na formação do bolo fecal. A recomendação é beber aproximadamente 2 litros de água por dia. Em épocas de clima mais quente e seco, e depois de praticar esportes, esse consumo pode ser aumentado (12);
  • Fazer exercícios físicos: incluir atividades físicas na rotina diária traz muitos benefícios. E um deles é o estímulo dos movimentos intestinais. Você não precisa se tornar um maratonista da noite para o dia, comece com três horas de exercícios leves por semana e vá aumentando poderá aumentar gradualmente tanto o tempo e a intensidade;
  • Não adiar as visitas ao banheiro: quando sentir a necessidade de ir o banheiro, não adie. É verdade que nem sempre o momento parece adequado. Mas é importante ter em mente que quanto mais demorar para evacuar, mais grave ficará a constipação e o ressecamento das fezes. Por isso, não ignore nem adie essa necessidade;
  • Procure elevar os joelhos: Apesar de ser projetado para proporcionar maior conforto, o desenho do vaso sanitário contraria a postura instintivamente adotada para cumprir a necessidade fisiológica da evacuação. Ao promover uma pequena elevação dos joelhos — pode ser por meio de um suporte, na altura de uma caixa de sapatos — você já vai sentir mais facilidade.
foco

Você sabia que a forma natural de evacuar é de cócoras? Essa posição respeita a angulação do cólon e facilita o fluxo intestinal.

Quais sinais de que a prisão de ventre requer atenção?

Apresentar um episódio isolado de constipação pode ter relação com algum alimento que você ingeriu ou mesmo o baixo consumo de água, em momentos pontuais. No entanto, se a condição for recorrente, é importante consultar um médico para avalias as causas (3). Além disso, é bom estar atento a outros sinais:

  • Alteração brusca de peso, sem explicação aparente;
  • Fezes com muco ou sangue ou, ainda, sangramento reta;
  • Distensão abdominal por acúmulo de gases ou líquidos;
  • Dor abdominal.

É comum constipação em crianças?

A constipação na infância deve ser entendida e tratada de forma diferente do que ocorre com os adultos. Isso porque, ao ainda não terem o sistema digestivo maduro, o fluxo intestinal pode se dar de formas muito atípicas (2).

Os bebês podem ter até 12 evacuações em um dia ou apenas uma em um período de 5 dias. A chave é perceber se as fezes estão normais. Para isso, observe a consistência e certifique-se que o pequeno não está precisando fazer força ao defecar.

À medida que a criança cresce, essa frequência começa a se regularizar. O normal para crianças de 4 anos, por exemplo, é de 1 ou 2 evacuações por dia. Assim, com o passar dos anos, o trânsito intestinal vai se tornando semelhante ao de um adulto.

foco

Na infância existe um reflexo muito comum chamado “reflexo gastrocólico”. Ele promove a necessidade de evacuar após cada refeição. Sabendo disso, fica mais fácil educar a rotina intestinal do seu filho, aproveitando os instintos gerados pelo organismo.

O que é laxante e quais são os mais comuns?

O laxante é um composto que age atraindo uma maior quantidade de água para o interior do intestino. Com isso, ele promove a movimentação do cólon ao mesmo tempo em que amolece as fezes para ajudar na evacuação (1, 4, 8). Os laxantes mais comuns disponíveis no mercado são:

Laxante Osmótico

Neste grupo, temos as soluções salina e não salina. Tanto uma quanto a outra apresentam baixa absorção intestinal. Por esse motivo, conseguem atrair uma grande quantidade de água para o intestino.

Vantagens
  • É mais barato
  • Tem ação rápida (entre 1 e 6 horas, se consumido via oral e em 15 minutos, se usado como supositório)
  • Pode ser usado durante a gravidez
Desvantagens
  • É contraindicado em caso de insuficiência renal ou cardíaca
  • Pode causar desidratação
  • Gera diminuição momentânea da absorção de vitaminas e outros nutrientes
  • Causa flatulência
  • Usado em excesso, pode gerar hemorroidas e outros problemas anorretais

Laxantes Estimulantes

Diferente do laxante osmótico, os estimulantes geram um efeito de contração nas paredes do intestino grosso, causando a movimentação que ajuda a concluir o trânsito das fezes com mais facilidade.

Vantagens
  • Ação intermediária (de 6 a 12 horas)
  • Útil em tratamento contra a constipação causada por fármacos
Desvantagens
  • Tratamentos prolongados podem geram dor abdominal, cólicas e diarreia
  • Contraindicado em casos de obstrução intestinal por causas secundárias

Agentes Emolientes

Este tipo de laxante tem ação que ajuda a misturar, no intestino, gorduras, água e fezes; Desta forma, torna o bolo fecal mais lubrificado e hidratado, o que facilita seu trânsito pelo intestino e posterior evacuação.

Vantagens
  • Efeito leva entre 24 e 48 horas
  • Pode ser usado por pessoas com problemas cardiovasculares, hipertensão, assim como os afetados por hemorroidas ou em pós-operatório
Desvantagens
  • Pode alterar o equilíbrio do sistema digestivo
  • Pode causar lesões na mucosa gástrica, se consumido com frequência
  • Costuma provocar náuseas, vômito e perda de apetite

Como escolher o produto certo para combater a constipação?

Diante de todas essas informações, você percebeu que a constipação pode ser controlada com mudanças alimentares e ajuda de produtos que possam estimular a atividade intestinal. No entanto, na hora de escolher o suplemento que pode auxiliar neste estímulo, é preciso ter atenção a alguns detalhes, principalmente para alguns grupos específicos, conforme vamos descrever a seguir.

Gravidez

Durante a gravidez, há uma preocupação recorrente com a ingestão de substâncias que possam prejudicar tanto a mãe quanto o bebê. Neste sentido, é importante destacar que nem todos os tratamentos para constipação são seguros. É importante evitar sobretudo os componentes que possam estimular contrações.

Além disso, mesmo em produtos naturais, é preciso estar atento a ativos que sejam potencialmente tóxicos para o feto em desenvolvimento. Por isso, os suplementos mais adequados para as grávidas são os laxantes osmóticos (1), compostos por açúcares não absorvíveis, como lactulose, sorbitol e manitol.

Se você está grávida, evite a todo custo qualquer suplemento que contenha sene, bisacodil, frângula, aloe ou óleo de mamona. Esses laxantes podem estimular as contrações uterinas, desencadeando trabalho de parto prematuro ou mesmo o aborto (14).

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A semente de linhaça é muito conhecida por ter alto teor de fibras.
(Fonte: Geografika: 34662052/ 123rf.com)

Idosos

No caso dos idosos, é importante evitar suplementos ou laxantes que agem por meio da absorção de grandes quantidades de água no intestino grosso. Esse grupo de pessoas são é muito suscetível à desidratação e desequilíbrios eletrolíticos.

Por esse motivo, além dos cuidados com o tipo de produto consumido, é bom estar atento à ingestão de água. Estimule o idoso a consumir a maior quantidade possível do líquido e manter uma boa dieta. Realizar atividades físicas — adaptadas às limitações naturais da idade — são uma ótima forma de combater a constipação.

Crianças e bebês

Como descrevemos há pouco, os pequenos ainda não tem maturidade no sistema digestivo e, por esse motivo, podem ter uma regularidade intestinal muito diferente de outros bebês ou crianças. Isso não significa, necessariamente, que esteja com prisão de ventre.

Por esse motivo, nunca, em hipótese alguma, use qualquer suplemento ou remédio contra constipação em seus filho, sem orientação médica. Estimular o trânsito intestinal por meio da alimentação, líquidos e massagens, é uma boa alternativa (2).

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Lembre-se de consultar o pediatra antes de oferecer qualquer tipo de suplemento às crianças.
(Fonte: Yeulet: 109005766/ 123rf.com)

Restrições nutricionais

Há uma grande preocupação em ingerir suplementos que não influenciem em dietas específicas, como a vegana, ou que possam desencadear reações indesejadas em alérgicos ou pessoas com intolerância alimentar. A boa notícia é que há muitos suplementos veganos e sem alérgenos disponíveis no mercado.

No entanto, este não é o caso de todos os produtos. Portanto, é essencial ler a descrição com muito cuidado, pois, embora alguns não contenham alérgenos na formulação, podem ser fabricados em espaços compartilhados e conter traços daquela substância em sua composição.

Resumo

A constipação é caracterizada pela lentidão no trânsito intestinal e pode levar a episódios de muitos dias sem conseguir evacuar. Mais comum em mulheres e pessoas acima dos 60 anos de idade, não há uma causa isolada que gere o distúrbio. Normalmente, a dificuldade no funcionamento do intestino está relacionada a desequilíbrio na dieta e baixa ingestão de líquidos.

Neste artigo, trouxemos informações sobre o que é a constipação e de que forma ela pode influenciar até mesmo o seu humor. Mostramos ainda que, apesar de não configurar uma doença, a prisão de ventre pode ser um sinal de que o seu corpo precisa de atenção e cuidado. Assim, destacamos que tanto as mudanças no estilo de vida quanto os suplementos e laxantes alimentares são eficazes no tratamento dessa condição. A adoção dessas medidas vai melhorar significativamente a qualidade de vida daqueles que sofrem de constipação.

Se este guia foi útil para você, te convidamos a compartilhar o conteúdo com outras pessoas que também desejem uma vida mais saudável. Obrigado e até breve!

(Fonte da imagem destacada: Grinvalds: 93327251/ 123rf.com)

Referências (15)

1. Mearin, F., Balboa, A. and Montoro, M., n.d. Estreñimiento. Libro de Gastroenterología y Hepatología. Problemas comunes en la práctica clínica. 2ª Edición [Internet]. AEGASTRO. 2012 [Consultado el 8 Abr 2020]. (1): 147-171.
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2. Beatriz E. Guía de Estreñimiento en el Niño. [Internet]. SEGHNP. 2015 [Consultado el 7 Abr 2020].
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3. Jordi S., Juanjo M. Mercè M., Silvia D., Juan F.m Enrique R., Fermín M. Guía de práctica clínica sobre el manejo del estreñimiento crónico en el paciente adulto. Parte 1: Definición, etiología y manifestaciones clínicas. [Internet]. Elsevier. 2016 [Consultado el 8 Abr 2020].
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4. Juana B., Carmen R. Laxantes. [Internet]. Elsevier. 2006 [Consultado el 8 Abr 2020].
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5. Beatriz S. Número de casos de estreñimiento España. [Internet]. statista.com. 2011-2016 [Consultado el 7 Abr 2020].
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6. Amparo E., Miguel B. Guía para prevenir y tratar el estreñimiento. [Internet]. Fundación española del aparato digestivo. 2016 [Consultado el 7 Abr 2020].
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7. Personal de Mayo Clinic. Estreñimiento. [Internet]. Mayoclinic.org 2019 [Consultado el 7 Abr 2020].
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8. Personal de Mayo Clinic. Laxantes de venta libre para tratar el estreñimiento: Úsalos con precaución. [Internet]. Mayoclinic.org. 2018 [Consultado el 7 Abr 2020].
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9. Maria P. Estreñimiento en adultos. [Internet]. Revista Médica de Costa Rica y Centroamérica LXXII. 2016 [Consultado el 7 Abr 2020]. (620): 611-615.
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10. Grupo Español de Motilidad Digestiva. Información para pacientes: ESTREÑIMIENTO. [Internet]. Societat Catalana de Digestología. [Consultado el 7 Abr 2020].
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11. Miriam M. Estreñimiento: Qué es y cómo tratarlo. [Internet]. Lactoflora.es. [Consultado el 10 Abr 2020].
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12. FESNAD y AECOSAN. Hábitos para toda la vida. Hidratación también es salud. [Internet]. 2016 [Consultado el 10 Abr 2020].
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13. Societat Catalana de Digestología. Información para pacientes: Estreñimiento. [Internet] scdigestologia.org [Consultado el 10 Abr 2020].
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14. María R. Laxantes en el embarazo: ¿Son seguros? [Internet] Real e Ilustre Colegio de Farmacéuticos de Sevilla. 2017 [Consultado el 16 Abr 2020].
Fonte

15. Sorangel D., Khaled B., Magda D., Constipation [Internet] National Center of Biotechnology Information. 2019 [Consultado el 24 Abr 2020].
Fonte

Por que você pode confiar em nós?

Angélica Collado Formada em Medicina
O objetivo de Angélica é seguir sua evolução constante no universo da saúde. Apaixonada por encontrar novas e melhores maneiras de aproveitar uma vida saudável e de aliviar as dores das pessoas,
Redatora do Saudável&Forte, Vera pesquisa com muito cuidado e auxiliar na redação e edição de artigos relevantes que envolvem um dos temas que mais lhe interessam: o universo da suplementação.
Artigo informativo
Mearin, F., Balboa, A. and Montoro, M., n.d. Estreñimiento. Libro de Gastroenterología y Hepatología. Problemas comunes en la práctica clínica. 2ª Edición [Internet]. AEGASTRO. 2012 [Consultado el 8 Abr 2020]. (1): 147-171.
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Beatriz E. Guía de Estreñimiento en el Niño. [Internet]. SEGHNP. 2015 [Consultado el 7 Abr 2020].
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Jordi S., Juanjo M. Mercè M., Silvia D., Juan F.m Enrique R., Fermín M. Guía de práctica clínica sobre el manejo del estreñimiento crónico en el paciente adulto. Parte 1: Definición, etiología y manifestaciones clínicas. [Internet]. Elsevier. 2016 [Consultado el 8 Abr 2020].
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Artigo científico
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