Ultima atualização: 17 de junho de 2020

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Entre todos os problemas que podem afetar o intestino, a diarreia é um dos mais frequentes. O distúrbio, que gera muito desconforto, pode ter diversas origens, especialmente a ingestão de alimentos em mau estado. No entanto, outras doenças e intolerâncias alimentares, como a doença celíaca, tem como principal sintoma os quadros de diarreia.

A combinação de dieta, hidratação e alguns suplementos alimentares forma a base para um tratamento eficaz e sem complicações, capaz de extinguir ou, ao menos, diminuir consideravelmente os episódios dessa desconfortável condição. Para saber mais sobre cada um desses pontos, basta seguir conosco na leitura deste guia.

O mais importante

  • A diarreia é, por definição, a expulsão de fezes de consistência reduzida (líquida ou semi-líquida), geralmente com frequência aumentada de movimentos intestinais (pelo menos 3 vezes ao dia). A condição pode ser aguda ou crônica, e suas causas são muito variáveis.
  • Durante um episódio de diarreia, é essencial fazer alterações na dieta e garantir a ingestão adequada de líquidos para substituir as perdas. No mercado, existem suplementos alimentares que são ótimos auxiliares no tratamento de alguns tipos de diarreia. Há, também, os que que ajudam a prevenir e combater a desidratação.
  • Na hora de comprar um suplemento contra a diarreia, é essencial avaliar alguns fatores que podem variar de produto para produto. A quantidade e o tipo de probióticos, a capacidade de reidratação e a presença de alérgenos, por exemplo, são pontos que devem ser avaliados com atenção.

Os melhores suplementos contra a diarreia: nossas recomendações

No mercado, existem muitas opções de suplementos que ajudam no combate à diarreia e suas consequências. O probióticos e substâncias que promovem a hidratação são os mais comuns. A seguir, selecionamos alguns dos suplementos mais vendidos e bem avaliados. Veja os principais suplementos:

O sachê com 5 milhões de lactobacilos

Os lactobacillus presentes na formulação deste produto são resistentes à acidez do estômago e portanto, chegam ao intestino com todo o seu poder preservado. Assim contribuem para o equilíbrio da flora intestinal, melhorando o trato digestivo e eliminando a constipação.

Um dos grandes diferenciais deste suplemento é a praticidade do formato sachê, em doses individuais. Além disso, ao contrário de outros produtos com lactobacilos vivos, ele dispensa o acondicionamento em geladeira.

O agente probiótico em cápsulas

Este suplemento em cápsulas da Now Foods traz um espectro balanceado de organismos vivos que consistem em dez cepas bacterianas probióticas, totalmente resistentes a ácidos. O grupo de bactérias fornecidas pelo produto são conhecidas por colonizarem naturalmente o trato gastrointestinal humano.

A reposição desses micro-organismos é fundamental para uma digestão saudável, pois eles auxiliam na manutenção do revestimento intestinal, estimulam o movimento adequado e participam do processo de desintoxicação do sistema digestivo.

A cápsula de zinco para recuperar a hidratação

Este suplemento de zinco tem ação importante em um quadro de diarreia. Isso porque a desidratação pode deixar a estrutura das células muito debilitada. Neste momento, o zinco desempenha um papel importante, pois ajuda a restabelecer as células do intestino.

Assim, ele contribui para a diminuição do desarranjo intestinal. O ideal é iniciar a reposição do zinco assim perceber o início da diarreia para minimizar a duração e a prevenir a ocorrência de desidratação.

O que você precisa saber sobre o cuidado nutricional no combate à diarreia

A forma de tratar a diarreia vai depender, em grande parte, do fator causador deste desconforto. De maneira geral, podemos dizer que dieta, hidratação e consumo de suplementos auxiliares formam um tripé no suporte à contenção do desarranjo intestinal. A partir de agora, vamos responder às principais dúvidas sobre a influência da alimentação em episódios como este.

girl drinking coffee

Diversos estudos recomendam a ingestão de líquidos em pequenas quantidades para não gerar mal estar nem estimular o reflexo de evacuação. (Fonte: Guillem: 93054344/ 123rf.com)

Como diagnosticar a diarreia?

De acordo com a Organização Mundial da Saúde, a diarreia é definida como “a evacuação de fezes líquidas, com uma frequência de 3 ou mais fezes por dia”. Como cada pessoa tem hábitos diferentes, o diagnóstico se dá ao constatar o aumento na frequência dos movimentos intestinais e a diminuição na sua consistência (1).

Classificação da diarreia

Estudiosos costumam classificar a diarreia de acordo com vários critérios: duração, mecanismo fisiopatológico, que, basicamente avalia como a doença ocorre, e a sua causa. No entanto, de forma geral, a classificação é mais simples, baseada na duração dessa condição. Seguindo este critério, a diarreia pode ser (2):

  • Aguda: se estende por um período inferior a 2 semanas;
  • Persistente: pode durar entre 2 e 4 semanas;
  • Crônica: persiste por mais de 4 semanas.
Jack BrahaGastroenterologista

“Na maioria dos casos, a diarreia não dura mais do que uma semana. Se a crise se prolongar, por mais de duas semana ou se houver hemorragia, perda de peso ou dificuldade para dormir, é preciso procurar ajuda médica o mais rapidamente possível”.

Quais as principais causas da diarreia?

Geralmente, a diarreia está ligada à ingestão de alguns microrganismos por meio da alimentação. As salmonelas, por exemplo, são bactérias encontradas em galinhas e ovos e configuram uma causa frequente de diarreia aguda.

Mas nem sempre se trata de uma infecção leve e momentânea. As fezes líquidas podem ser sintoma de uma patologia subjacente, como a doença celíaca — intolerância ao glúten — ou a pancreatite. A seguir, mostramos as principais causas de diarreia, de acordo com estudos clínicos (3, 4, 5):

Diarreia aguda

  • Agentes infecciosos: vírus (rotavírus, adenovírus, calicivírus), bactérias (salmonella, escherichia coli, staphylococcus aureus, clostridium difficile, shigella) e parasitas (entamoeba histolytica, cryptosporidium);
  • Medicamentos: antibióticos, anti-inflamatórios não esteróides e quimioterápicos;
  • Intoxicação alimentar: consumo de alimentos mal conservados ou contaminados.

Diarreia crônica

  • Síndromes que geram má absorção de carboidratos ou gorduras;
  • Doença inflamatória intestinal (colite ulcerosa, doença de Crohn);
  • Uso abusivo de laxantes;
  • Síndrome do intestino irritável (cólon irritável);
  • Câncer de colo;
  • Doença celíaca;
  • Insuficiência pancreática exócrina (pancreatite crônica, fibrose cística);
  • Infecções bacterianas e parasitárias invasivas.
toilet paper

A diarreia é uma das infecções intestinais mais frequentes e a que causa mais incômodo e mal estar. (Fonte: Ryzhov: 46388355/ 123rf.com)

Quais os melhores suplementos alimentares contra a diarreia?

Como citamos há pouco, o tratamento básico da diarreia passa pela dieta equilibrada e pela hidratação. Em alguns casos mais intensos, é necessário o uso de medicamentos antibióticos e antidiarreicos. Mas essa orientação deve partir sempre de um médico. (4).

Além desses cuidados, os suplementos alimentares também são eficazes durante as crises de diarreia. Atualmente, os mais utilizados são:

  • Probióticos: bactérias e leveduras benéficas para o intestino, que restauram o equilíbrio da microbiota, formada por micro-organismos “bons” que vivem naturalmente no intestino. Os probióticos podem ser consumidos em cápsulas, comprimidos para mastigar e dissolvidos em água. Eles são recomendados em casos de diarreia por rotavírus, antibióticos, cólon irritável e a chamada “diarreia do viajante” (8, 9);
  • Prebióticos: compostos que não são digeridos, geralmente da família dos carboidratos. Servem como alimento para as bactérias benéficas do cólon. Os prebióticos mais utilizados são a inulina e costuma ser vendida em pó ou cápsula (10);
  • Simbióticos: são uma mistura de probióticos e prebióticos. É quando se unem, por exemplo, os Lactobacillus plantarum e a  fibra de aveia. O ponto positivo deste tipo de produto é a sinergia que promove efeitos mais efetivos e aprimorados (10);
  • Sais de reidratação oral: normalmente vendido em pó, deve ser consumido dissolvido em água. Os sais fornecem o cloro e o potássio que são naturalmente perdidos pelo intestino durante a diarreia. Com isso, promovem a hidratação e garantem uma pequena quantidade de açúcares simples (glicose ou dextrose). (9)
soup

Na dieta contra a diarreia é importante adequar a seleção dos alimentos pertencentes a diversos grupos, como os lácteos, as carnes, frutas, hortaliças e cereais. (Fonte: Gutaper: 67566990/ 123rf.com)

Conselhos nutricionais para lidar com a diarreia

Os cuidados com a alimentação durante uma crise de diarreia vão variar de acordo com a causa, a gravidade, a evolução e a tolerância de cada pessoa diante desse desarranjo. Ainda assim, há alguns conselhos básicos de alimentação para ajudar a amenizar a diarreia (11).

  • Aumentar a ingestão de líquidos: o ideal é beber pouco a pouco, para não gerar desconforto ou estimular o reflexo da defecação. Pode rer água, uma infusão de chá (não muito concentrada), caldos de legumes caseiros  e sucos de frutas;
  • Reduzir o consumo de alimentos que produzem flatulência: legumes, peixe, crucíferos (couve, brócolis, couve-flor), melão, uvas e nozes, por exemplo;
  • Nas primeiras 24 a 48 horas na crise, evite frutas e legumes. Depois disso, consuma apenas aquelas que possuem fibras solúveis, como maçã sem casca, banana, abóbora, beterraba e cenoura. Dê preferência aos legumes cozidos;
  • Para quem não tem intolerância à lactose, o leite é indicado. Também é válido consumir iogurtes, kefir e leites fermentados, pois todos eles contêm probióticos. Queijo fresco e ricota magra também podem ajudar;
  • Consuma massas simples, como macarrão ou espaguete, arroz integral, pão branco assado e bolachas ou biscoitos com baixo teor de gordura;
  • Dê preferência à carnes brancas. A melhor forma de prepará-las neste momento é cozida (na água ou no vapor), grelhada ou assada;
  • Inclua no cardápio geleias, queijo pouco maturado e chás calmantes, que ajudam a reduzir as contrações intestinais;
  • Evite líquidos frios. Eles produzem um efeito laxante;
  • Coma devagar, mastigando bem todos os alimentos;
  • Fique longe de alimentos doces e gordurosos, alimentos apimentados, frutas secas e oleaginosas, frituras e embutidos.

Os melhores alimentos contra a diarreia

Numa dieta direcionada a combater a diarreia, é sempre importante fazer uma seleção de alimentos pertencentes aos vários grupos: laticínios, carnes, frutas, legumes, verduras, cereais, gorduras e assim por diante. Para explicar de uma maneira mais simples, criamos a seguinte tabela (11, 12):

Grupo alimentar Alimentos selecionados
Lácteos Leite: preferencialmente desnatado. Se for intolerante, pode optar pelo leite sem lactose.

Iogurte: desnatado. Muito benéfico pela presença de probióticos.

Queijo: de baixa maturação, menos gordurosos, por exemplo, a ricota ou muçarela

Carnes Preferencialmente de ave (frango ou peru), cozida e magra. Aos poucos, pode-se voltar ao consumo de peixes e carne vermelha
Ovos Bem cozido e, se possível, misturado com leite ou alguma fécula
Frutas Sucos.

Maçã, banana, pera, pêssego e damasco, todos sem casca. Podem ser consumidas amassadas

Hortaliças Caldos, com pouco sal.

Cenoura, abóbora, beterraba. Melhor ingerir cozidas, como purê

Tubérculos Batata sem casca, feita em purê
Cereais refinados Arroz, massas, pão, bolachas salgadas com baixo teor de gordura.
Gorduras Óleo, girassol ou azeitona, usados in natura
Açúcares e doces Pode ser consumido em pequenas quantidades
Condimentos Podem ser usado com moderação
Legumes Eles não são indicados por conterem alto teor de fibras

O jejum pode ser uma forma de curar a diarreia?

Uma crise de diarreia não é, necessariamente, uma contraindicação à alimentação oral. Ainda assim, algumas pessoas optam pelo jejum durante uma crise. No entanto, é bom ter em mente que ele é indicado apenas se houver náusea ou vômito.

Além disso, nos casos de diarreia osmótica a única forma de conter o desarranjo é por meio da supressão da alimentação oral. Entretanto, vale lembrar que essa recomendação deve partir de um médico especialista, capaz de orientar sobre as melhores práticas em cada situação (9).

Oreste Lo LaconoDoutor em Gastroenterologia

“Um tratamento antibiótico que ultrapasse os três dias pode ser acompanhado pelo consumo de probióticos. Mas essa recomendação varia de acordo com o fármaco”.

Critérios para comprar suplementos contra a diarreia

Além de todas as informações que você acabou de conferir sobre a possibilidade de utilizar os suplementos no combate à diarreia, há mais alguns critérios que precisam ser observados antes de comprar um novo produto. Neste caso especifico, tratam-se de cuidados que podem fazer toda a diferença na eficácia do tratamento e na recuperação do organismo:

Tipo de cepa e quantidade de UFC nos probióticos

Como vimos anteriormente, os probióticos são importantes para restaurar o equilíbrio da flora intestinal. No entanto, para que um suplemento probiótico seja eficaz, ele deve fornecer entre 100 milhões e 1 bilhão de UFCs, (unidades formadoras de colônias). Este número é a quantificação de bactérias e leveduras. (8, 10)

Com relação às cepas, a escolha ideal depende do agente causador da diarreia. Como este fator pode ser inconclusivo, muitos suplementos trazem até 10 cepas em sua formulação. Ainda assim, é importante conhecer os principais tipos de cepa e o que podem combater: (13, 14)

  • Na diarréia por rotavírus: Bifidobacterium lactis, Lactobacillus casei, Lactobacillus reuteri, Lactobacillus rhamnosus;
  • Na diarréia do viajante: Bifidobacterium lactis, Saccharomyces boulardii, Bifidobacterium bifidum, lactobacillus acidophilus;
  • Para síndrome do intestino irritável: Bifidobacterium longum, Bifidobacterium brevis, Lactobacillus rhamnosus, Lactobacillus plantarum, Lactobacilus casei Shirota;
  • Em diarréia pós-radioterapia abdominal: Lactobacillus GG, Lactobacillus casei e Lactobacillus acidophilus;
  • Para diarréia por antibióticos: Lactobacillus acidophilus.
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Nas primeiras 24 a 48 horas da diarreia, o ideal é evitar o consumo de frutas e hortaliças. Depois disso, procure consumir vegetais ricos em fibras solúveis. (Fonte: Arinahabich: 45124268/ 123rf.com)

Prebióticos

Diferente dos probióticos, que comentamos acima, os prebióticos são compostos não digeríveis. No organismo, eles atuam como alimento para as boas bactérias da microbiota intestinal, possibilitando a restauração dessa flora e consequente recuperação da normalidade disgestiva. Entre os prebióticos mais amplamente utilizados, estão (9, 10):

  • Betaglucanos;
  • Galacto-oligossacarídeos (GOS);
  • Lactulose;
  • Amido resistente.

Sais de reidratação oral

Os chamados sais de reidratação oral são uma alternativa econômica e eficaz sobretudo na prevenção da desidratação, comum nos quadros de diarreia. Como os adultos toleram bem a ingestão de líquidos, raramente precisam de sais de reidratação oral.

Já as crianças e os idosos são mais suscetíveis à desidratação. Eles são, portanto, os principais beneficiados com este suplemento (9). Verifique se a formulação está de acordo com a recomendação da OMS (Organização Mundial da Saúde). Para ajudar nessa comparação, seguem os valores propostos (9):

  • Glicose: 13 a 20 g por litro;
  • Sódio: 2 g (ou 2000 mg) por litro;
  • Potássio: 0,78 g (ou 780 mg) por litro;
  • Cloro: 2,8 g (ou 2800 mg) por litro.
gelo

Gelatinas, queijos de pouca maturação e chás são adstringentes e ajudam a combater a diarreia. (Fonte: Belchonock: 132210148/ 123rf.com)

Alérgenos

Se você tem conhecimento sobre alguma alergia ou intolerância alimentar, esteja atento à formulação dos suplementos. Esse cuidado é importante pois, mesmo que um produto não contenha gluten, como a aveia, por exemplo, ele pode ter sido processado pelo maquinário onde o trigo foi manipulado.

Em casos assim, o fabricante costuma colocar no rótulo a informação de que o produto pode conter traços de agentes alérgenos. Por isso, verifique cuidadosamente toda a descrição e a composição do suplemento, antes da compra, para evitar possíveis reações alérgicas.

Resumo

Assim como é grande a sua ocorrência, também são muitos os fatores que podem causar a diarreia. Considerada uma doença, já que na maioria dos casos se trata de uma infecção, ela pode ser causada por medicamentos, micro-organismos ou estresse psicológico. No entanto, ela também costuma ser o indicativo de outras patologias, como a doença celíaca, por exemplo.

Por isso, elaboramos este guia sobre os causadores da diarreia e a abordagem mais adequada em cada caso. Mostramos os três pilares que ajudam o organismo a se recuperar: boa alimentação, ingestão intensiva de líquidos e suplementos para restaurar a flora intestinal. Assim, é possível enfrentar a crise de diarreia e se recuperar rapidamente da desidratação. Para tanto, destacamos os cuidados na hora de escolher o suplemento mais adequado, prezando pelo tratamento e seguro.

Esperamos que este conteúdo tenha sido útil na sua decisão pelo melhor produto. Se gostou, aproveite para compartilhar e deixar-nos um comentário. Obrigado!

(Fonte da imagem destacada: Miranova: 132139654/ 123rf.com)

Referências (14)

1. Sagaró E. Diarrea persistente [Internet]. 2007.
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2. Acuña R. Diarrea aguda [Internet]. Revista Médica Clínica Las Condes.2015.
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3. Pineda L, Otero W, Arbeláez V. Diarrea crónica. Diagnóstico y evaluación clínica [Internet]. 2004.
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4. Pineda L, Otero W, Arbeláez V. Diarrea crónica. Diagnóstico y evaluación clínica [Internet]. 2004.
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5. Asenjo Mota A, Lledó Navarro J, López Serrano P, Barrena Puertas R. Síndrome diarreico en el adulto. Tratamiento de la diarrea [Internet]. 2008.
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6. Fragoso Arbelo T. Diarrea funcional como causa de diarrea crónica [Internet]. 2010.
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7. Fernández Bañares F. ¿Existe la diarrea funcional? ¿Qué pruebas hay que realizar para llegar a otros diagnósticos? [Internet]. 2009.
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8. Guandalini S. Probiotics for Prevention and Treatment of Diarrhea [Internet]. 2011.
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9. Baldomero López V, Llames L. Diarrea aguda y crónica. Estreñimiento. Síndrome de intestino irritable. Enfermedad diverticular. En: Rodota E, Castro M. Nutrición clínica y Dietoterapia. Editorial Panamericana. 2012.
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10. Olveira G, González Molero I. An update on probiotics, prebiotics and symbiotics in clinical nutrition [Internet]. 2016.
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11. Longo E, Navarro E. La técnica dietoterápica en las enfermedades intestinales. En: Técnica dietoterápica. Editorial El Ateneo. 2004.
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12. Schiller L. Nutrition management of chronic diarrhea and malabsorption [Internet]. 2006.
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13. Aguilera Carrera J. Probióticos [Internet]. 2011.
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14. Sanz Y, Collado M, Dalmau J. Probióticos: criterios de Probióticos: criterios de calidad y orientaciones calidad y orientaciones para el consumo [Internet]. 2003.
Fonte

Por que você pode confiar em nós?

Romina Cerutti Nutricionista
Licenciada em Nutrição e coach de saúde e bem-estar. Logo depois da graduação, começou a escrever artigos sobre alimentação e nutrição, pois percebeu que as pessoas liam muito sobre esse tema, mas na maioria das vezes, a informação obtida estava errada ou era falsa. Seu objetivo é escrever artigos verídicos, úteis e interessantes para o leitor.
Redatora do Saudável&Forte, Vera pesquisa com muito cuidado e auxiliar na redação e edição de artigos relevantes que envolvem um dos temas que mais lhe interessam: o universo da suplementação.
Artigo informativo
Sagaró E. Diarrea persistente [Internet]. 2007.
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Artigo científico
Acuña R. Diarrea aguda [Internet]. Revista Médica Clínica Las Condes.2015.
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Artigo científico
Pineda L, Otero W, Arbeláez V. Diarrea crónica. Diagnóstico y evaluación clínica [Internet]. 2004.
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