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Ultima atualização: 14 de janeiro de 2021

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Quantos tipos de dieta para diabético existem? Dez, vinte ou mais? A verdade é que nem tudo o que se difunde como cardápios ideais para pessoas nessa condição têm comprovação científica sobre sua eficácia. E, por mais impossível que pareça, os principais equívocos são sobre o consumo de açúcares e carboidratos.

Se o diabetes não estiver controlado, o organismo é incapaz de aproveitar a glicose por conta da falta de insulina ou pela ação insuficiente deste hormônio. Nestes casos, o açúcar se acumula no sangue e, se não regulado, pode causar danos a diversos órgãos. Por esta razão, consideramos válido falar sobre a dieta para diabéticos e como colocá-la em prática no dia a dia.




O mais importante

  • A dieta para diabético não exclui o consumo de carboidratos, mas é importante que eles provenham de frutas, cereais integrais e outros vegetais. Também é preciso enfatizar a qualidade das gorduras ingeridas, assim como a ingestão adequada de fibras e proteínas.
  • Para conseguir controlar os níveis de glicose no sangue, a dieta para diabético precisa ser combinada com medicamentos e atividade física. Além disso, existem suplementos que ajudam a diminuir a glicemia. Os principais deles são a cúrcuma, a canela e o feno grego, um tipo de semente.
  • Entre os melhores conselhos para ter eficácia na dieta para diabético podemos mencionar os cuidados na hora de adquirir os alimentos, a prática de atividade física e o acompanhamento médico. Falaremos sobre cada um destes pontos logo mais.

Os melhores suplementos para a dieta para diabético: nossas recomendações

É perfeitamente possível seguir uma dieta para diabético sem tomar suplementos. No entanto, muitos produtos naturais podem colaborar para o controle do diabetes. Assim, se o seu médico concordar, vale investir em mais este aliado no combate à doença. Veja os produtos mais utilizados atualmente:

O melhor adoçante natural orgânico

100% natural, este produto é recomendado para substituição do açúcar comum. O adoçante orgânico de estévia é fabricado sem adição de lactose, glúten ou qualquer composto químico.

Pode ser utilizado na dieta para diabético sem qualquer interferência nos níveis glicêmicos, desde que usado com moderação.

Comercializado em embalagem de 30 ml, cada 8 gotas da estévia orgânica equivale ao poder adoçante de 2 colheres (de chá) do açúcar comum. Com selo de certificação como produto totalmente natural, ele será um bom aliado na sua nova rotina alimentar.

O suplemento de cúrcuma para controlar a glicemia

Este suplemento de cúrcuma com pimenta preta está entre os mais vendidos e bem avaliados na Amazon. Ele é recomendado para complementar a dieta para diabético pois é potente na redução da glicemia no sangue, mantendo os níveis em equilíbrio.

A formulação conta com piperina, que potencializa em até 2000% a absorção da curcumina (princípio ativo da cúrcuma) e, assim, aumenta a sua eficácia no organismo. Cada cápsula possui 545 mg do composto. Assim, a recomendação de uso é de apenas 1 unidade por dia.

Um blend para combinar com a dieta para diabético

Totalmente vegano, o Golden Cacau da Viva Regenera é uma combinação de ingredientes que trazem diversos benefícios para a saúde. Entre estes compostos estão a canela do Ceilão, um poderoso ativo no combate às complicações associadas ao diabetes.

Além de contribuir para a redução do açúcar no sangue, a combinação com a cúrcuma, maca negra e gengibre fornece benefícios como anti-inflamatório e auxilia no fortalecimento do sistema imunológico.

A mistura em pó é fabricada sob processo de agricultura regenerativa e leva o selo "I'm green", que o atesta como um produto sustentável e livre de aditivos químicos.

Tudo o que você precisa saber sobre a dieta para diabético

Não é novidade que existem incontáveis dietas que se intitulam como ideais para diabéticos. Porém, a alimentação adequada para manter a doença sob controle pode ser mais simples do que se imagina. Nesta seção, vamos nos aprofundar neste tema e falar sobre alguns mitos, como a proibição de carboidratos. Preparado? Vamos lá!

teste de glicose

A dieta para diabético é aquela adotada para regular os níveis de glicose no sangue, prevenir tanto a hipo quanto a hiperglicemia e evitar o surgimento de complicações relacionadas ao diabetes. (Fonte: Adamowicz: 95076494/ 123rf.com)

Em que consiste uma dieta para diabético?

A dieta para diabético é aquela orientada a manter os níveis de glicose no sangue sempre sob controle. Assim, espera prevenir tanto os episódios de hipoglicemia quanto os de hiperglicemia e evitar — ou retardar — o surgimento das complicações comuns à doença.

Entre as consequências mais comuns do diabetes estão o pé diabético, a amputação de membros, os danos aos rins, coração, à visão e ao sistema nervoso (1, 2).

Além disso, a dieta para diabético tem como objetivo manter o peso saudável e equilibrar os níveis de colesterol e triglicérides. Os alimentos naturais, como frutas e outros vegetais, azeite de oliva, frutos secos, carnes magras, peixes com ômega 3 e ovos, devem ser os protagonistas da dieta para diabético (1).

Quais os tipos de dietas para diabético?

A quantidade de dietas para pessoas com diabetes, como já dissemos, é enorme. Grande parte delas oferece ótimos resultados, mas a grande maioria ainda não têm comprovação científica. Entre as reconhecidamente eficazes, podemos destacar três planos alimentares (3, 4, 5):

Dieta para diabéticos Principais características Vantagens Desvantagens
Dieta DASH «Dietary Approaches to Stop Hypertension» (Abordagem alimentar para frear a hispertensão) Apesar de desenvolvida para tratar a hipertensão, tem ação benéfica para pessoas com diabetes

Baseada no consumo de grãos e cereais integrais, vegetais, lácteos desnatados, carnes magras (aves e peixes) e frutas secas

A ingestão de sódio é restrita a menos de 2300 mg por dia

Melhora os níveis de açúcar no sangue em jejum e os valores da hemoglobina glicosilada (variações de glicose nos últimos 3 meses)

Mantém a pressão arterial dentro do normal e previne complicação cardíacas e renais ligadas ao diabetes

Não requer o uso de suplementos nem alimentos pouco convencionais

Nenhuma. É uma dieta muito saudável e pode ser seguida, inclusive, por toda a família
«Biggest Loser» (O Grande Perdedor) Se baseia em seguir uma pirâmide de quatro níveis que, visualizados de baixo para cima, são:

  1. Legumes, frutas e hortaliças
  2. Carnes, peixes, lácteos, ovos e leguminosas
  3. Pães, biscoitos, cereais, arroz e macarrão
  4. Doces e gorduras

Recomenda comer, diariamente, quatro porções do grupo 1, três porções do grupo 2, duas porções do grupo 3 e uma porção do grupo 4

Rica em fibra e proteínas de boa qualidade

É um plano alimentar fácil de compreender graças ao apoio gráfico da pirâmide

Melhora o valor da hemoglobina glicosilada e da glicemia em jejum. Proporciona maior resistência à insulina

Popularizada por meio de um reality show, muitos profissionais consideram que essa dieta contribuiu para a estigmatização da obesidade

Pode ser muito pobre em calorias (menos de 1200 calorias diárias) para algumas pessoas, o que pode levar ao efeito rebote e recuperação do peso eliminado

Dieta Mediterrânea Leva este nome pois é o padrão alimentar dos países na região do mar Mediterrâneo

Consumo predominante de alimentos de origem vegetal (frutas, verduras e legumes, cereais integrais, frutos secos e azeite de oliva), laticínios desnatados e peixes. Carnes vermelhas, açúcares e gordura saturada são raras nesta dieta

É fácil de realizar e acessível à maioria das pessoas

Previne o diabetes e ajuda a controlá-lo

Oferece quantidade ideal de ômega 3, um tipo de gordura saudável que ajuda a prevenir as complicações do diabetes que afetam o coração, os rins e os vasos sanguíneos

Para que uma pessoa diabética possa seguir esse plano alimentar, é preciso definir as porções diárias de cada grupo de alimentos para não causar confusão e ingestão acima do permitido

A dieta para diabético deve abolir os carboidratos?

Não! Ao contrário do que se costuma acreditar, os carboidratos são necessários também na dieta para pessoas com diabeter (5). O importante é como eles são combinados com outros nutrientes (proteínas, fibras e gorduras).

Além disso, a quantidade consumida também faz diferença. Essa definição depende das características físicas e do estilo de vida da pessoa, se é sedentária ou ativa e se está ou não com sobrepeso.

Diversos estudos sobre as dietas pobres em carboidratos mostraram que este tipo de alimentação não é benéfico e que pode levar à hipoglicemia em pessoas diabéticas. Essa condição causa tontura, desmaios, palpitações, tremores e suor, entre outros sintomas (5).

Por que o índice glicêmico dos alimentos é tão importante na dieta para diabético?

O índice glicêmico de um alimento representa o impacto que ele terá nos níveis de açúcar no sangue. Neste sentido, o chamado IG de uma refeição mostra quanto ela vai interferir na proporção de glicose e em que velocidade isso deve ocorrer.

Na tabela abaixo, você pode conferir alguns exemplos de alimentos com IG alto, médio e baixo (6, 7):

Alimentos com IG alto (maior que 70) Alimentos com IG médio (entre 55 e 70) Alimentos com IG baixo (menor que 55)
Glicose (não o açúcar comum, e sim glicose pura)
Pão branco (não integral)
Arroz branco
Massas elaboradas com farinha refinada
Melancia
Batata cozida, assada (sem casca) ou em purê
Cenoura cozida.
Bolachas salgadas tipo cracker (não integrales)
Mel
Flocos de milho
Pão integral
Pão pita
Aveia
Arroz integral
Cuscus
Granola
Milho
Abacaxi
Beterraba
Banana
Açúcar comum
Leguminosas (ervilhas, lentilhas, grão de bico)
Morango, maça, laranja, pêssego e a maioria das frutas inteiras, não os sucos
batata doce.
Verduras de folha verde, tomate, berinjela, cebola e quase todas as hortaliças
Frutos secos
Massas de farinha integral
Lácteos
Carnes, ovos, peixes e azeites não contêm nada de carboidratos e, por isso, não têm índice glicêmico

Na alimentação de um diabético, os alimentos com IG baixo ou moderado são os mais indicados. Existem, inclusive, alguns planos alimentares em que o foco não está nem no fornecimento de energia nem na restrição de carboidratos, mas apenas no uso de alimentos com IG de baixo a médio (6).

A dieta de baixo índice glicêmico inclui carboidratos de lenta assimilação, proteínas magras, peixes e gorduras saudáveis. Este tipo de alimentação é recomendada para tratar o diabetes gestacional e pode evitar o uso da insulina (6).

É necessário contar os carboidratos em uma dieta para diabético?

Cada profissional utiliza um critério. Alguns nutricionistas recomendam contar os carboidratos consumidos em cada refeição. Outros, afirmam que o mais importante é escolher alimentos com baixo índice glicêmico, independentemente da quantidade de carboidratos (8).

No entanto, em alguns casos, como no diabetes tipo 1 e no gestacional, é fundamental monitorar a quantidade de carboidrato ingerido. Desses valores dependerá a dose de insulina que deve ser aplicada. Em geral, considera-se que uma refeição deve fornecer entre 45 e 60 gramas de carboidratos.

A seguir, deixamos exemplos de alimentos comuns do dia a dia que oferecem cerca de 15 g de carboidrato por porção (8):

  • ½ fruta grande ou 1 fruta pequena;
  • 1/3 de xícara de aveia cozida;
  • 50 g de pão;
  • 5 bolachas salgadas;
  • 2 discos para tacos;
  • 1/3 de xícara de arroz ou o quinoa (cozidos);
  • 1 xícara de morangos ou frutas vermelhas.

preparando a dieta

A dieta para diabético não exclui os carboidratos, mas é importante que este nutriente venha especialmente de fontes vegetais. (Fonte: Kachmar: 115514645/ 123rf.com)

Quais alimentos são permitidos na dieta para diabético?

A dieta para diabético não precisa ser monótona e enjoativa. Observando o equilíbrio, a combinação de nutrientes e a qualidade, as pessoas com diabetes podem consumir praticamente todos os alimentos. Portanto, os alimentos permitidos para este tipo de rotina alimentar são:

  • Cereais e derivados;
  • Frutas (inteiras ou em pedaços);
  • Verduras;
  • Tubérculos;
  • Leite e derivados;
  • Ovos (com exceção dos ovos fritos);
  • Carnes, peixes e frutos do mar;
  • Leguminosas,
  • Oleaginosas e sementes;
  • Gorduras saudáveis;
  • Adoçantes naturais, de preferência;
  • Substitutos vegetais de carnes (7, 8, 9).

Existem alimentos "proibidos" na dieta para diabético?

Sim. Na dieta para diabético é crucial evitar os açúcares simples (refinado, mel, geleias, gelatinas, doces caseiros ou industrializados, sucos adoçados), as farinhas refinadas e seus derivados (produtos de confeitaria, pão branco, bolachas doces).

Além disso, é preciso afastar-se de outras fontes de carboidratos com alto IG, como as massas não integrais, o arroz branco e as batatas (7, 8).

Gorduras saturadas e trans e o sódio também devem ser abolidos da alimentação de diabéticos. Essa mudança previne complicações associadas como a hipertensão, doenças renais e problemas cardíacos. Por este motivo, a dieta exclui comidas processadas, frituras e manteigas (7, 8).

Stephen PonderEndocrinólogista pediátrico
"Perder o controle sobre o peso corporal é um fator determinante para o diabetes tipo II".

Como é o cardápio típico de uma dieta para diabético?

Novamente destacamos que o menu para diabéticos pode se diferenciar de acordo com as condições do paciente e o método utilizado pelo profissional que o atende. Mas, de forma geral, a dieta não difere em muito de uma alimentação convencional equilibrada.

Na lista abaixo, apresentamos como pode ser composta, basicamente, a dieta para diabético. As quantidades não estão especificadas porque variam de pessoa para pessoa.

  • Café da manhã: Café com leite desnatado, adoçado com estévia. Biscoito integral. Morangos;
  • Lanche da manhã: Amêndoas;
  • Almoço: Hambúrguer de grão de bico e tomates secos. Salada de folhas verdes temperada com azeite de oliva e vinagre.
  • Sobremesa: gelatina sem açúcar. Bebida: água;
  • Lanche da tarde: Sanduíche de pão integral, queijo e presunto de peru. Chá verde adoçado com estévia ou sem açúcar. Laranja;
  • Jantar: Pimentão, cebola e champignon salteados. Arroz integral. Bebida: água.

pessoas correndo

Para ter sucesso no controle da glicose no sangue, a dieta para diabético precisa ser combinada com medicamentos e atividade física. (Fonte: Ammentorp: 50750345/ 123rf.com)

Conselhos para ter sucesso na dieta para diabético

Um diagnóstico de diabetes implica uma profunda modificação nos hábitos e, sobretudo na alimentação. Para algumas pessoas, adotar uma nova dieta pode ser um grande desafio. Pensando nisso, preparamos alguns conselhos para colocar em prática e ter sucesso na sua dieta contra o diabetes:

Procure ter em casa apenas os alimentos permitidos

Ao manter em casa os alimentos adequados para diabéticos — vegetais, frutas, legumes, nozes, ovos, laticínios desnatados, grãos integrais e carnes com baixo teor de gordura — você se previne de "escapar" da dieta com alimentos que podem causar hiperglicemia.

Refeições ricas em fibras, proteínas e gorduras ajudam a reduzir o índice glicêmico (IG) de certos alimentos, como arroz branco ou macarrão. Assim, se sua família vai comer macarrão feito com farinha refinada, você só precisa adicionar uma porção de vegetais e polvilhar algumas nozes e queijo ralado para diminuir o IG.

médico que dá consulta médica

O acompanhamento médico é muito importante para monitorar a eficiência da dieta. (Fonte: Daniel: 54506371/ 123rf.com)

Pratique atividade física

A atividade física exerce um efeito hipoglicemiante. Isso significa que é capaz de diminuir o nível de glicose no sangue. Também pode melhorar a resistência à insulina, favorece a circulação e prevenir complicações associadas ao diabetes.

Por esta razão, é importante que qualquer dieta para diabético seja acompanhada por um programa de exercícios físicos (8).

Lucia RocaNutricionista
"O diabetes e suas complicações podem ser controlados com dieta, atividade física, medicação adequada e exames periódicos".

Conte com controle médico e nutricional

As visitas ao médico são fundamentais para manter o diabetes sob controle, monitorar como está a sua glicemia (tanto em jejum quanto após as refeições) e a hemoglobina glicosilada (exame que reflete a variação da glicemia nos últimos 3 meses).

Um acompanhamento médico responsável deve contar com a supervisão dos níveis de colesterol, triglicerídeos, ureia e creatinina no sangue, entre outros indicadores.

Ao consultar um nutricionista, você poderá contar com apoio especializado para a reeducação alimentar e adaptação à nova dieta. Além disso, poderá tirar todas as suas dúvidas e começar a controlar o peso corporal, essencial para manter a glicose no sangue dentro dos níveis normais.

Considere usar suplementos

Apesar de considerados seguros, em sua maioria, é fundamental conversar com seu médico antes de tomar qualquer tipo de suplemento. Isso porque alguns podem ter interação com os medicamentos utilizados no tratamento do diabetes e causas descontrole nos níveis de glicose.

Entre os suplementos mais empregados na dieta para diabéticos estão (10):

  • Feno grego: melhora a sensibilidade à insulina, ajudando este hormônio unir-se às células. Assim, facilita o ingresso da glicose no processo de metabolização destas moléculas;
  • Melão de São Caetano e canela do Ceilão: os dois são produtos naturais, de origem vegetal, que ajudam a reduzir o nível de açúcar no sangue e colaboram para o controle glicêmico;
  • Cúrcuma: diminui a glicemia e, graças a sua poderosa ação anti-inflamatória e antioxidante, previne as complicações associadas à doença, como o pé diabético, a retinopatia, nefropatia, enfermidades cardíacas e neuropatias.

Resumo

A dieta para diabético se baseia no consumo de alimentos naturais, especialmente os de origem vegetal, além das carnes magras, peixes e ovos, para manter o equilíbrio do organismo no combate às intercorrências do diabetes. Ao contrário do que muito se fala, é possível continuar a ingerir carboidratos e gorduras saudáveis, desde que seguidos alguns cuidados básicos para o consumo adequado.

Por esta razão, este artigo explorou todas as possibilidades de uma dieta para diabético, mostrando a importância de cada grupo alimentar para a manutenção da saúde e dos níveis glicêmicos para as pessoas com diabetes. Deixamos alguns conselhos que poderão ajudar na hora de colocar em prática essa nova rotina alimentar, sempre lembrando de que, ao combinar o tratamento médico, a prática de exercícios e a dieta para diabético, você tem muito mais chances de sucesso contra essa doença.

Se este material foi útil para esclarecer suas dúvidas, compartilhe com outras pessoas que podem se interessar por este tema. Aproveite as nossas dicas de suplementos para potencializar a ação da sua dieta. Muito obrigado e até logo!

(Fonte da imagem destacada: Yeulet: 33613997/ 123rf.com)

Referências (10)

1. Alfaro J, Simal A, Botella F. Tratamiento de la diabetes mellitus. 2000.
Fonte

2. Durán Agüero S, Carrasco Piña E, Araya Pérez M. Alimentación y diabetes. 2012.
Fonte

3. Campbell A. DASH Eating Plan: An Eating Pattern for Diabetes Management. 2017.
Fonte

4. Yoo J. No Clear Winner: Effects of The Biggest Loser on the Stigmatization of Obese Persons. 2012.
Fonte

5. Díez Espino J, Carillo Fernández L. ¿Cuál es la dieta más adecuada en la persona con diabetes mellitus tipo 2? 2015.
Fonte

6. Moses R et al. Can a Low–Glycemic Index Diet Reduce the Need for Insulin in Gestational Diabetes Mellitus? 2009.
Fonte

7. Koll M. Nutrición en trastornos metabólicos y enfermedades cardiovasculares. En: Rodota L, Castro M. Nutrición Clínica y Dietoterapia. 2012.

8. American Diabetes Association. La Guía de la Diabetes sobre Opciones de Alimentos Saludables. 2010.
Fonte

9. Socarrás Suárez M, Bolet Astoviza M, Licea Puig M. Diabetes mellitus: tratamiento dietético. 2002.
Fonte

10. Deng R. A Review of the Hypoglycemic Effects of Five Commonly Used Herbal Food Supplements. 2013.
Fonte

Por que você pode confiar em nós?

Artigo científico
Alfaro J, Simal A, Botella F. Tratamiento de la diabetes mellitus. 2000.
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Artigo científico
Durán Agüero S, Carrasco Piña E, Araya Pérez M. Alimentación y diabetes. 2012.
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Artigo científico
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Ensaio clínico
Moses R et al. Can a Low–Glycemic Index Diet Reduce the Need for Insulin in Gestational Diabetes Mellitus? 2009.
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Livro
Koll M. Nutrición en trastornos metabólicos y enfermedades cardiovasculares. En: Rodota L, Castro M. Nutrición Clínica y Dietoterapia. 2012.
Documento para pacientes
American Diabetes Association. La Guía de la Diabetes sobre Opciones de Alimentos Saludables. 2010.
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Artigo científico
Socarrás Suárez M, Bolet Astoviza M, Licea Puig M. Diabetes mellitus: tratamiento dietético. 2002.
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Artigo científico
Deng R. A Review of the Hypoglycemic Effects of Five Commonly Used Herbal Food Supplements. 2013.
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