homem com dor de estômago
Ultima atualização: 3 de setembro de 2020

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Você sente que cada vez mais alimentos provocam gases e desconforto? Sua vitalidade já não é mais a mesma? Você ganhou peso e não sabe o motivo? Isso pode ser um sinal de alerta das suas bactérias intestinais, é importante prestar atenção! Você pode estar com disbiose intestinal.

O bem estar corporal está intimamente relacionado com a saúde da flora intestinal, podendo ser um fator de proteção para o sistema imunológico, o metabolismo e também o cérebro. Se você quer saber quais hábitos podem estar afetando seu ecossistema interior e como evitá-los, dê uma olhada neste artigo!

O mais importante

  • As bactérias intestinais são fundamentais para preservar a saúde. Elas são responsáveis por produzir vitamina B e K, proteger o intestino de patógenos e potencializar o sistema imunológico.
  • Muitos fatores como dietas inadequadas, o uso de antibióticos ou estilos de vida pouco saudáveis podem diminuir a população de bactérias benéficas.
  • Os prebióticos e probióticos podem repopular a flora intestinal saudável. No entanto, existem algumas precauções que se aplicam a estes produtos.

Os melhores produtos para preservar a flora intestinal em 2020

A infinidade de produtos que você pode encontrar no mercado para disbiose intestinal podem te deixar confuso. Existem opções muito boas e outras nem tanto, por isso, para que você tome a melhor decisão, criamos essa lista com as melhores opções do mercado. Confira!

A melhor opção de probióticos em cápsulas

O probiótico vegano da Now Foods é ideal para uma flora intestinal saudável, com 10 cepas bacterianas probiótica resistentes, auxiliam para uma digestão saudável e melhora geral do sistema digestivo. É comercializado em uma embalagem com 50 cápsulas e a dose recomendada é de 1 cápsula, 1 ou 2 vezes ao dia.

O fiberlift da Essencial Nutrition é uma combinação de fibras solúveis e insolúveis. Tem um sabor neutro, então pode ser adicionado a frutas, iogurtes e outras receitas sem alterar seu sabor. A maioria das pessoas não consomem uma quantidade diária de fibras adequada, por isso é importante utilizar este tipo de complemento, que também é muito benéfico para a saúde do intestino. Este prebiótico é vendido em uma embalagem de 260g, rendendo 52 porções.

O melhor probiótico em pó

O probiótico da Vitafor em pó é vendido em uma embalagem com 30 sachês com 2g, que são as porções individuais e ajudam muito para manter uma rotina saudável. Para consumir, basta misturar o conteúdo do sachê em 100ml de água. Contribui para uma microbiota saudável e, consequentemente, melhora o sistema imunológico.

Guia de compras: Tudo que você precisa saber sobre a disbiose intestinal

A flora intestinal (também conhecida como microbiota) é a comunidade composta de bactérias, vírus e fungos que povoam o trato digestivo. A microbiota vive uma relação chamada de mutualismo com o corpo humano, onde ele é beneficiado pela sua presença (protege dos micro-organismos patógenos, potencializa o sistema imunológico e ajuda a produzir vitaminas B e K) enquanto o corpo oferece lar e alimento (1).

Esta microbiota está formada por aproximadamente 100.000 milhões de micro-organismos de 400 espécies diferentes (a maioria bactérias) e em algumas situações não conseguem sobreviver corretamente, o que pode ser o início de muitas doenças.

grupo de pessoas meditando

A produção de hormônios do estresse podem ter um efeito prejudicial nas bactérias intestinais. Tente praticar alguma técnica de relaxamento como a meditação. (Fonte: Davydov: 95954364 / 123rf.com)

Vamos falar sobre a disbiose intestinal

A disbiose intestinal acontece quando nossas bactérias benéficas não podem viver de forma normal no intestino, gerando esta condição. Também chamada de disbacteriose, é a alteração do equilíbrio da microbiota normal.

A disbiose é a alteração do equilíbrio da microbiota normal.

Esta situação pode acontecer por alterações na qualidade e distribuição das bactérias como consequência de mudanças desfavoráveis no ambiente onde vivem (2), o que pode resultar em uma alteração na barreira intestinal e também na colonização de bactérias patógenas.

Existem bactérias intestinais “boas” e “ruins”?

As bactérias intestinais nem sempre desempenham um papel benéfico para a saúde. Estudos analisaram a composição bacteriana em pessoas saudáveis, encontrando uma grande prevalência de espécies como Lactobacillus, Bifidobacterium spp. e Bacteroides (3).

Em algumas doenças, como a obesidade ou problemas gastrointestinais, foi encontrada uma diminuição das populações bacterianas mencionadas anteriormente, com um aumento de  Firmicutes e Clostridia spp., respectivamente.

frutas e vegetais de uma dieta balanceada

As fibras fermentáveis são aquelas que as bactérias intestinais podem usar como alimento. Elas são encontradas em verduras, legumes, cereais integrais e oleaginosas. (Fonte: Bondd: 116433551 / 123rf.com)

O que pode danificar a flora intestinal?

Como explicamos anteriormente, as bactérias intestinais fazem um lar no sistema digestivo. Quando seu ambiente não é adequado, elas podem morrer ou ser substituídas por outros micro-organismos que podem ser prejudiciais para a saúde.

Existem diversas causas que propiciam esta condição, as mais importantes são as seguintes:

  • Consumo de antibióticos: os antibióticos são necessários para o tratamento de diversas infecções, mas seu uso indiscriminado pode danificar a microbiota intestinal, trazendo consequências a curto e longo prazo (4).
  • Alimentação inadequada: ao analisar a microbiota intestinal em indivíduos que consomem dietas ricas em proteínas animais, gorduras saturadas e açúcares, foi encontrada uma diminuição na diversidade bacteriana e um aumento em agentes patógenos (5).
  • Consumo crônico de bebidas alcoólicas: alguns estudos sugerem que o surgimento de bactérias pró-inflamatórias após o consumo crônico de álcool (6), está relacionado com alterações gastrointestinais e imunológicas.
  • Tabagismo: além de afetar os pulmões, a fumaça do cigarro pode ser capaz de prejudicar a composição da microbiota intestinal, diminuindo as populações de bactérias benéficas para a saúde (Bacteroides) (7).

Outras entidades, como patologias intestinais, doenças inflamatórias, estresse e desnutrição podem ser a causa ou consequência da disbiose intestinal.

Quais são as consequências da disbiose intestinal?

Como as bactérias intestinais são aliadas poderosas para a saúde, perdê-las gera consequências para o bem estar geral. As alterações mais comuns são as seguintes:

  1. Alterações no sistema imunológico: o dano das bactérias intestinais pode estar relacionado com a incidência de doenças imunológicas, como a esclerose múltipla, diabetes tipo 1, alergias e a asma (8), além da invasão de micro-organismos patógenos.
  2. Obesidade: alguns estudos sugeriram a relação entre a disbiose intestinal com o desenvolvimento da obesidade (9). Foi observado que os indivíduos obesos tem uma diminuição de bactérias benéficas (Bacteroides) e um aumento de patógenas (Firmicutes), situação que se inverte ao perder o peso extra.
  3. Reações alérgicas: a incidência de doenças alérgicas aumentaram nos últimos 50 anos, principalmente em países desenvolvidos. Podem ser manifestadas como alergias ou intolerâncias alimentares, asma ou alergias respiratórias. Estas condições podem estar intimamente relacionadas com mudanças na alimentação e o impacto nas bactérias intestinais (10).
  4. Estresse e ansiedade: o cérebro e o intestino se comunicam e um influencia no outro. Foi encontrada uma importante relação entre o consumo de dietas não saudáveis com a alteração da microbiota e desenvolvimento de transtornos de estresse, como ansiedade (11).

Dr. Carles ÚbedaMédico pesquisador espanhol

“Na segunda semana de tratamento com antibióticos é produzida uma maior alteração na microbiota intestinal, coincidindo com a perda da grande maioria das espécies de bactérias com um incremento de algumas bactérias associadas a infecções, como Escherichia e Klebsiella.”

Quais são os sintomas mais comuns da disbiose intestinal?

A perda de bactérias intestinais benéficas pode dar uma série de sinais e sintomas que servem como advertência, estes são os principais:

  • Inchaço abdominal;
  • Náuseas e vômitos;
  • Dor de estômago;
  • Constipação;
  • Diarreia;
  • Fadiga;
  • Alterações de humor.

Apesar de que estes sintomas podem estar relacionados com muitas outras doenças, são muito comuns na disbiose intestinal. Se estes sintomas durarem por muito tempo ou te impedem de desempenhar as atividades diárias, você deve consultar seu médico!

Os 3 segredos que você deve conhecer para cuidar da sua flora intestinal

Além de ter um estilo de vida saudável, fazer exercícios regularmente e beber bastante água, existem 3 segredos que você não deve esquecer para dar as ferramentas necessárias às bactérias para manter seu corpo saudável:

  1. Consuma fibras fermentáveis: nem todas as fibras que consumimos tem os mesmos benefícios. As fibras fermentáveis são aquelas que as bactérias intestinais podem usar como alimento (12). Estas são encontradas em verduras, legumes, cereais integrais e oleaginosas. É recomendado consumir entre 25 e 35 gramas de fibras por dia. Se você quer aumentar o consumo, deve fazer aos poucos para evitar desconforto gastrointestinal.
  2. Relaxe: a produção de hormônios do estresse pode ter um efeito prejudicial sobre as bactérias intestinais. Tente praticar alguma técnica de relaxamento, como a meditação.
  3. Evite os emulsificantes: estes aditivos são adicionados aos alimentos para melhorar sua textura e prolongar sua vida útil. Por outro lado, podem alterar a composição da microbiota intestinal e induzir inflamações. Um estudo realizado pela Universidade de Bar-Ilan de Israel identificou uma mudança na microbiota intestinais de ratos após a administração de polissorbato 80 e carboximetilcelulose (emulsificantes comuns no mercado) (13).

vino rojo siendo servido

O vinho tinto é conhecido por ter polifenóis (substâncias químicas encontradas nas uvas). Estes compostos funcionam como antioxidante e podem servir como prebióticos (alimento para a microbiota intestinal). (Fonte: Belchonock: 36864502 / 123rf.com)

O vinho tinto pode melhorar a flora intestinal?

Apesar de que o consumo crônico de bebidas alcoólicas está relacionado com a diminuição na diversidade das bactérias intestinais, existem alguns estudos que estão mostrando uma pequena exceção.

O vinho tinto é conhecido por ter polifenóis (substâncias químicas encontradas nas uvas). Estes compostos funcionam como antioxidante e podem servir como prebióticos (alimento para a microbiota intestinal) (14).

Lembre-se das recomendações para o consumo responsável de vinho tinto (15):

  • Uma taça de vinho contém, aproximadamente, 150 ml.
  • Os homens não devem consumir mais de 400 ml (mililitros) de vinho tinto por dia.
  • As mulheres não devem consumir mais de 300 ml de vinho tinto por dia.

Não esqueça de seguir as recomendações do seu médico em relação ao consumo de qualquer bebida alcoólica. Nem todas as pessoas metabolizam estas substâncias da mesma maneira e algumas condições podem contraindicar completamente o consumo de álcool.

Critérios de compra

Os produtos que você pode encontrar no mercado online para preservar sua saúde intestinal podem vir em muitos formatos e combinações. Se você quer saber qual destes melhor se adapta à sua rotina, continue lendo!

Formas de apresentação: prós e contras

Se você está procurando um produto para melhorar a saúde da sua microbiota intestinal, você pode conseguir em muitas formas como probióticos, prebióticos e incluseve superalimentos.

Cada forma de apresentação tem seus benefícios e também algumas desvantagens:

Apresentações mais comuns Prós Contras
Cápsulas

-Probióticos

-Prebióticos

-Superalimentos

-Mais econômicos

-Doses estabelecidas de componentes

-Podem conter ingredientes que causem intolerância em alguns indivíduos

-Probióticos

-Prebióticos

-Superalimentos

-Podem ser adicionados em vitaminas e sucos

-Tem uma dose maior de fibras

-Mais caros

-Difícil de regular a dose

-Mais instáveis

Chás

-Superalimentos

-Sabores agradáveis

-Possíveis benefícios na saúde intestinal e bem estar geral

-Alguns componentes podem interagir de forma desfavorável com medicamentos (cúrcuma e pimenta do reino)

-Mais caros

Doses recomendadas de probióticos e prebióticos

Além de procurar produtos que estejam conservados de forma adequada, é importante considerar as seguintes doses para obter os melhores resultados:

  • Probióticos: é recomendado procurar produtos que contenham entre cem e mil milhões de UFC (Unidades Formadoras de Colônias) (16).
  • Prebióticos: é recomendado consumir entre 10 a 12 gramas por dia. Se você sentir desconforto gastrointestinal depois do consumo, pare de tomar o medicamento e consulte seu médico.
homem com dor de cabeça

Foi encontrada uma importante relação entre o consumo de dietas não saudáveis com a alteração da microbiota e desenvolvimento de transtornos de estresse, como ansiedade. (Fonte: Davydov: 101585245 / 123rf.com)

Sensibilidades alimentares e dietas especiais

Se você tem qualquer sensibilidade alimentar ou exclui alguns alimentos da dieta por questões pessoais, éticas ou religiosas, é importante ler cuidadosamente os ingredientes do produto que você vai consumir.

É obrigatório que a embalagem indique se o suplemento contém glúten, produtos de origem animal, lactose ou oleaginosas. Consulte o farmacêutico ou seu médico antes de começar a fazer qualquer tratamento.

Precauções

Nem todo mundo pode consumir probióticos ou suplementos alimentares destinados à melhora da microbiota intestinal. Estes produtos devem ser utilizados com indicação médica estrita pelas pessoas nas seguintes condições:

  • Imunocomprometidos (pessoas com lúpus, HIV ou em tratamento oncológico);
  • Pessoas que receberam transplantes de órgãos;
  • Mulheres grávidas e que estão amamentando;
  • Crianças e adolescentes.
Dr. Miguel Ángel Valdovinos DíazGastroenterologista

“A microbiota é importante para o desenvolvimento do sistema imunológico normal, ou seja, os mecanismos de defesa que vão proteger dos germes patógenos ou doenças.”

Resumo

O ecossistema do sistema digestivo humano é fundamental para a manutenção da saúde. A perda de bactérias intestinais e a colonização por agentes patógenos pode causar sintomas gastrointestinais (diarreia, constipação, inchaço) e também alterar outros órgãos e sistemas.

Proteger estes aliados da nossa saúde deve ser um dos principais objetivos na lista de hábitos saudáveis de uma pessoa. Uma das formas mais conhecidas para auxiliar a microbiota é fornecer cultivos benéficos (probióticos) e também oferecer alimento que os beneficie (prebióticos). Não esqueça de consultar um médico antes de consumir qualquer suplemento ou medicamento.

Você quer saber mais sobre saúde e bem estar? Deixe um comentário para nós e compartilhe este artigo em suas redes sociais. Até logo!

(Fonte da imagem destacada: Amikishiyev: 81839268 / 123rf.com)

Referências (16)

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2. Degruttola AK, Low D, Mizoguchi A, Mizoguchi E. Current Understanding of Dysbiosis in Disease in Human and Animal Models [Internet]. Inflammatory Bowel Diseases. 2016;22(5):1137–50.
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3. Icaza-Chávez M. Microbiota intestinal en la salud y la enfermedad. Revista de Gastroenterología de México. 2013;78(4):240–8.
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4. Gunzburg JD, Ghozlane A, Ducher A, Chatelier EL, Duval X, Ruppé E, et al. Protection of the Human Gut Microbiome From Antibiotics [Internet]. The Journal of Infectious Diseases. 2017;217(4):628–36.
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5. Filippo CD, Cavalieri D, Paola MD, Ramazzotti M, Poullet JB, Massart S, et al. Impact of diet in shaping gut microbiota revealed by a comparative study in children from Europe and rural Africa. Proceedings of the National Academy of Sciences. 2010;107(33):14691–6.
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6. Patel S, Behara R, Swanson G, Forsyth C, Voigt R, Keshavarzian A. Alcohol and the Intestine. Biomolecules. 2015;5(4):2573–88.
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7. Lee SH, Yun Y, Kim SJ, Lee E-J, Chang Y, Ryu S, et al. Association between Cigarette Smoking Status and Composition of Gut Microbiota: Population-Based Cross-Sectional Study. Journal of Clinical Medicine. 2018;7(9):282.
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9. Teresa A., Giuseppe D., Susana D., Manuel F. Microbiota [Internet]. Recomendaciones de la Sociedad Española de Enfermedades Infecciosas y Microbiología Clínica. 2016.
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10. Plunkett CH, Nagler CR. The Influence of the Microbiome on Allergic Sensitization to Food. The Journal of Immunology. 2017;198(2):581–9.
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11. Foster JA, Rinaman L, Cryan JF. Stress & the gut-brain axis: Regulation by the microbiome. Neurobiology of Stress. 2017; 7:124–36.
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12. Chassaing B, Vijay-Kumar M, Gewirtz AT. How diet can impact gut microbiota to promote or endanger health. Current Opinion in Gastroenterology. 2017;33(6):417
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13. Chassaing B, Koren O, Goodrich JK, Poole AC, Srinivasan S, Ley RE, et al. Dietary emulsifiers impact the mouse gut microbiota promoting colitis and metabolic syndrome. Nature. 2015;519(7541):92–6.
Fonte

14. Queipo-Ortuño MI, Boto-Ordóñez M, Murri M, Gomez-Zumaquero JM, Clemente-Postigo M, Estruch R, et al. Influence of red wine polyphenols and ethanol on the gut microbiota ecology and biochemical biomarkers. The American Journal of Clinical Nutrition. 2012;95(6):1323–34.
Fonte

15. Guzmán O. Salud y consumo moderado de vino. Enfermería Global. 2009.
Fonte

16. Antonieta G., Ramon B. Probióticos [Internet]. Farmacia Profesional. 2017.
Fonte

Por que você pode confiar em nós?

Angélica Collado Formada em Medicina
O objetivo de Angélica é seguir sua evolução constante no universo da saúde. Apaixonada por encontrar novas e melhores maneiras de aproveitar uma vida saudável e de aliviar as dores das pessoas,
Redatora do Saudável&Forte, Luiza pesquisa com muito cuidado e auxiliar na redação e edição de artigos relevantes que envolvem um dos temas que mais lhe interessam: o universo da suplementação.
Artigo científico
Guarner F., Papel de la flora intestinal en la salud y en la enfermedad [Internet]. Nutrición Hospitalaria. 2007.
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Artigo científico
Degruttola AK, Low D, Mizoguchi A, Mizoguchi E. Current Understanding of Dysbiosis in Disease in Human and Animal Models [Internet]. Inflammatory Bowel Diseases. 2016;22(5):1137–50.
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Artigo científico
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Estudo em humanos
Gunzburg JD, Ghozlane A, Ducher A, Chatelier EL, Duval X, Ruppé E, et al. Protection of the Human Gut Microbiome From Antibiotics [Internet]. The Journal of Infectious Diseases. 2017;217(4):628–36.
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Filippo CD, Cavalieri D, Paola MD, Ramazzotti M, Poullet JB, Massart S, et al. Impact of diet in shaping gut microbiota revealed by a comparative study in children from Europe and rural Africa. Proceedings of the National Academy of Sciences. 2010;107(33):14691–6.
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Revisão
Patel S, Behara R, Swanson G, Forsyth C, Voigt R, Keshavarzian A. Alcohol and the Intestine. Biomolecules. 2015;5(4):2573–88.
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Estudo em humanos
Lee SH, Yun Y, Kim SJ, Lee E-J, Chang Y, Ryu S, et al. Association between Cigarette Smoking Status and Composition of Gut Microbiota: Population-Based Cross-Sectional Study. Journal of Clinical Medicine. 2018;7(9):282.
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Artigo científico
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