óleo de linhaça
Ultima atualização: 22 de dezembro de 2020

Como escolhemos

17Produtos analisados

21Horas investidas

16Estudos avaliados

130Comentários coletados

O óleo de linhaça é um dos produtos que têm ganhado muita popularidade nos últimos anos. Seja por sua alta concentração de Ômega 3 ou pelo peculiar sabor que lembra o gosto das nozes, ele pode ser utilizado tanto na cozinha quanto nos cuidados com a pele e com os cabelos.

Este óleo e obtido a partir da prensagem a frio das sementes de linhaça e ajuda a proteger a saúde cardiovascular. Mas, como saber se ele é melhor que outros óleos e a melhor forma de utilizá-lo? Preparamos este artigo para esclarecer as dúvidas sobre este que pode ser o seu aliado para ter mais qualidade de vida. Quer saber mais? Então, continue com a gente!




O mais importante

  • O óleo de linhaça é extraído das sementes da planta Linum usitatissimum. Ele é rico em Ômega 3 — mais precisamente em ácido alfa linolênico — e também garante uma boa quantidade de Ômega 6, o chamado ácido linoleico.
  • Graças à sua concentração de Ômega 3, o óleo de linhaça é considerado um alimento cardio protetor. Além dos suplementos nutricionais de óleo de linhaça, ele também pode ser aplicado de forma tópica na pele e nos cabelos.
  • Antes de comprar o óleo de linhaça, é importante avaliar os seguintes critérios: modo de extração do óleo, apresentação do produto, concentração de Ômega 3 e a presença de lignanas e alérgenos.

Os melhores produtos de óleo de linhaça do mercado: nossos favoritos

Encontrar o óleo de linhaça para comprar não é difícil, especialmente agora já que existe muita procura por este produto. O desafio é definir qual o ideal para as suas necessidades e expectativas. Para facilitar essa busca, fizemos uma seleção com os três mais vendidos de 2021. Veja o que encontramos:

O óleo de linhaça em cápsulas softgel

Este suplemento de óleo de linhaça vai fornecer ácido graxos essenciais para manter a sua saúde cardiovascular e prevenir doenças inflamatórias e auto-imunes.

Enriquecido com fibras solúveis da linhaça, ele possui alta quantidade de lignanas, que agem como antioxidantes. Livre de glúten, as cápsulas softgel facilitam a ingestão e a absorção dos nutrientes, para resultados mais eficazes.

O óleo de linhaça para reparação capilar

Este óleo de linhaça é destinado para uso tópico e possui uma altíssima concentração de Ômega 3, ceramidas e vitamina E. Usado nos cabelos, ele hidrata os fios por mais tempo e reduz o frizz.

Indicado para todos os tipos de cabelos, basta aplicar algumas gotas para ter uma reparação completa das pontas, com finalização natural e leve, sem deixar os fios oleosos ou pesados.

O melhor óleo de linhaça para suas saladas

Próprio para o uso na culinária, este óleo de linhaça extra virgem vai trazer mais sabor e saúde para as suas refeições. Sensível a altas temperaturas, este óleo não é indicado para o preparo de alimentos que vão ao fogo.

Ainda assim, você pode usá-lo para incrementar o tempero de saladas e molhos frios, ou, ainda, ingerir in natura, conforme orientação do seu médico.

Guia de compras: O que você precisa saber sobre o óleo de linhaça

O óleo de linhaça é um alimento que, além de garantir um sabor diferenciado às suas receitas, ainda é capaz de ajudar a manter a saúde do coração, da pele e até dos olhos. Se você ainda tem dúvidas sobre usar ou não o óleo de linhaça no seu dia a dia, preste atenção a esta seção. Aqui, vamos responder as principais perguntas dos compradores on-line.

óleo de linhaça

Graças ao seu conteúdo, rico em Ômega 3, o óleo de linhaça é considerado um alimento protetor do sistema cardiovascular. (Fonte: Amikishiyev: 88091150/ 123rf.com)

O que é, exatamente, o óleo de linhaça?

O óleo de linhaça, para uso nutricional e/ou medicinal, é obtido a partir das sementes da linhaça, que são prensadas a frio para preservar as propriedades nutritivas e organoléptica.

Uma vez que se extrai o azeite, a fase oleosa da planta se separa dos resíduos sólidos da semente, como a fibra, os carboidratos e as proteínas (1).

Em alguns casos, a extração é feita a altas temperaturas. No entanto, isso produz a deterioração da gordura do óleo de linhaça e chega a afetar o sabor e o aroma do azeite, que possui coloração amarelada e gosto suave que lembra nozes.

Entre as gorduras presentes na linhaça, o destaque é a alta concentração de Ômega 3 (ácido alfa linolênico) e o Ômega 6 (ácido linoleico). Além da forma líquida, o óleo de linhaça também é vendido em cápsulas (2, 3).

Quais são os compostos benéficos presentes no óleo de linhaça?

A presença mais marcante na composição do óleo de linhaça, como citamos, são o Ômega 3 e 6, e as lignanas.  Por este motivo, ele é usado para prevenir ou tratar algumas enfermidades relacionadas ao sistema cardiovascular, à saúde da pele e da visão.

Além disso, as lignanas são polifenóis antioxidantes. Alguns estudos apontam para a potencial capacidade de ajudar na prevenção do câncer de mama e de próstata (4, 5).

óleo de linhaça

O óleo de linhaça é extraído das sementes da planta, prensadas a frio. (Fonte: Mirzabey: 142921179/ 123rf.com)

Quais os benefícios do óleo de linhaça?

A composição do óleo de linhaça, rica em gorduras saudáveis, faz com que ele tenha ação benéfica no coração. No entanto, esta não é a única atividade positiva deste azeite, que possui propriedades anti-inflamatórias, antioxidantes e até anticancerígenas, como detalhamos na sequência:

  • Reduz a inflamação: o Ômega 3 é um ácido graxo com propriedades anti-inflamatórias. Por esta razão, o óleo de linhaça pode ser benéfico contra a artrite reumatoide, a psoríase e a Síndrome de Sjögren. Esta última é caracterizada pela produção insuficiente de saliva e lágrimas (6, 7);
  • Auxilia no tratamento de doenças auto-imunes: Os ácidos graxos atuam como um imuno-modulador e, por isso, pode ajudar no controle dos transtornos auto-imunes como a doença de Crohn, o lúpus eritematoso sistêmico e a Síndrome de Sjögren (8);
  • Diminui o colesterol no sangue: tanto o Ômega 3 quanto o Ômega 6 presentes no óleo de linhaça podem ajudar a baixar os níveis de colesterol no sangue. É bom evitar, porém, o consumo excessivo do óleo já que essa prática poderia gerar efeito oposto ao esperado, com elevação do colesterol, podendo prejudicar a saúde do coração (9);
  • Previne doenças cardiovasculares: o óleo de linhaça reduz o risco de formação de coágulos que possam obstruir os vasos sanguíneos, levando a infarto ou isquemia cardíaca (trombose). O Ômega 3 deste azeite também inibe o crescimento das placas gordurosas no interior das artérias (9, 10);
  • Alivia os sintomas de secura ocular: graças a elevada concentração de Ômega 3, usar o óleo de linhaça pode reduzir as inflamações e aliviar o incômodo do ressecamento dos olhos. Estudos já comprovaram a eficácia de colírios a base de óleo de linhaça para tratar esse tipo de transtorno (6, 11);
  • Ajuda no tratamento de certas enfermidades da pele: devido ao efeito  anti-inflamatório e imuno-modulador, os suplementos orais de óleo de linhaça podem ser empregados no tratamento da psoríase, rosácea e dermatite. Sua ação diminui a descamação e a vermelhidão, ao mesmo tempo em que trazem mais suavidade à pele (12);
  • Protege de alguns tipos de câncer: as cápsulas de óleo de linhaça enriquecido com lignanas podem oferecer uma proteção contra o surgimento dos tumores nas mamas, útero e próstata. As evidências científicas mostram que o óleo de linhaça pode prevenir contra o câncer de mama em mulheres que já passaram pela menopausa (4, 13).

Como o óleo de linhaça é usado nos cosméticos?

Além dos benefícios para a saúde, o óleo de linhaça também pode ser usado no cuidado da pele e dos cabelos. Esta aplicação se tornou popular por trazer brilho e suavidade aos fios, ajudando a desembaraçar e diminuindo o frizz, tão indesejado. Bastam algumas gotinhas para acabar com os fios espetados.

Para a pele, tanto o uso oral quanto o tópico podem promover efeitos positivos, melhorando a hidratação, a suavidade e a firmeza. Sua ação também é eficiente no combate a inflamações, o que pode ser uma vantagem no tratamento da acne. Mas para esse fim é importante consultar o dermatologista (12).

Dra. Chiranjiv ChabbraDermatologista
"Devido às propriedades anti-inflamatórias da linhaça, seu óleo tambpem pode ajudar a prevenir a irritação, a vermelhidão e inflamações de pele".

É melhor usar óleo de linhaça ou azeite de oliva?

O óleo de linhaça é muito saudável, mas não melhor do que o azeite de oliva. A explicação é simples: apesar de terem propriedades muito semelhantes, o azeite de oliva resiste a altas temperaturas e, portanto, pode ser usado no preparo dos alimentos (1, 14).

Além disso, há algumas outras diferenças entre os dois alimentos, conforme mostramos na tabela que segue:

Óleo de linhaça Azeite de oliva
Onde é obtido? Das sementes de linhaça Do fruto da oliveira, a azeitona
Serve para cozinhar? Não, sua qualidade nutricional e outras características físicas se deterioram rapidamente a altas temperaturas. O ideal é usar o óleo de linhaça para temperar saladas ou em outros preparos frios Sim, o azeite de oliva resiste às altas temperaturas
Quais ácidos graxos predominam em sua composição? Mais de 50 % da composição é formada pelo Ômega 3 (ácido alfa-linolênico).Também oferece Ômega 6 (ácido linoleico), em uma concentração de 20 % O Ômega 9 é predominante. Pelo menos 55 % do azeite de oliva é composto por ácido oleico. Dependendo da variedade da azeitona, esse valor pode chegar aos 65 % da composição
Qual o efeito no controle do colesterol no sangue? Diminui o LDL, o chamado «mau colesterol», mas também reduz o HDL, o «bom» Diminui o LDL e mantém estável o colesterol HDL

O óleo de linhaça substitui o Ômega 3 dos peixes e frutos do mar?

Não. Os peixes e frutos do mar oferecem outros tipos de Ômega 3, os chamados ácido eicosapentaenoico (EPA) e docosahexaenoico (DHA), enquanto que o óleo de linhaça contém ácido alfa linolênico (ALA). Este último é o mesmo ácido graxo encontrado na chia, nos frutos secos e na soja (15).

Por tal razão, o ideal é obter o Ômega 3 de diversas fontes e combinar o óleo de linhaça com o consumo de peixes, algas e mariscos. Apesar de poder ser convertido em EPA e DHA, o ácido presente na linhaça teria o máximo de 15% de atuação depois de sintetizado (15).

Que tipos de produtos com óleo de linhaça existem?

O óleo de linhaça pode estar presente em cremes, loções e shampoos. Apesar disso, procuramos manter a atenção no óleo puro, para uso terapêutico e nutricional, ao longo deste artigo.

Neste sentido, é possível encontrá-lo sob a apresentação líquida ou encapsulado em drágeas de revestimento animal ou vegetal, como descrevemos a seguir:

  • Óleo de linhaça líquido: mais da metade do seu teor é composto pelo ácido alfa linolênico (o Ômega 3). Possui baixa concentração de lignanas já que estes compostos estão presentes na fibra da semente — parte separada durante a prensagem —. Pode ser usado via oral ou em aplicações tópicas.A recomendação é para que seja armazenado em lugar escuro e fresco para manter as características originais;
  • Cápsulas de óleo de linhaça: contêm, em seu interior, o óleo de linhaça puro. Normalmente, garantem entre 1000 e 1500 mg de Ômega 3 a cada porção. Algumas têm menor dosagem e podem ser consumidas de duas a três vezes por dia. Existem opções de cápsulas enriquecidas com fito-estrógenos (as lignanas) que podem reduzir o risco de incidência do câncer de mama e doenças cardiovasculares.

óleo de linhaça

Existem suplemento de óleo de linhaça que podem ser aplicados de forma tópica, diretamente na pele ou nos cabelos. (Fonte: Yastremska: 100414827/ 123rf.com)

Qual a dosagem diária ideal de óleo de linhaça?

Apesar de não existirem estudos conclusivos sobre a dose recomendada de óleo de linhaça, a comunidade científica definiu, como quantidade segura, o máximo de 2 g de ALA por dia, para adultos saudáveis. Assim, basta uma pequena colher de óleo de linhaça para ingerir a dose saudável do nutriente (15).

Quais os efeitos colaterais e contraindicações de uso do óleo de linhaça?

O uso do óleo de linhaça pode causar reações adversas leves, como náuseas, vômitos, diarreia, dor abdominal e agitação. Na pele, pode gerar coceira e vermelhidão, especialmente em pessoas que possuam alguma hipersensibilidade.

Pessoas que estejam sob tratamento de doenças crônicas devem conversar com o médico antes de começar a suplementação com óleo de linhaça. Sobre as contraindicações, é bom estar atento. O uso do óleo de linhaça é proibido nas seguintes situações (16):

  • Gestantes e lactantes;
  • Crianças menores de 12 anos;
  • Pessoas alérgicas à linhaça (Linum usitatissimum);
  • Pacientes que fazem uso de anticoagulantes, pois o alimento tem efeito antitrombótico e pode aumentar o risco de hemorragias;
  • As cápsulas que contenham lignanas não devem usadas por pessoas que estejam sob tratamento hormonal. Estas substâncias podem gerar interações com os receptores de estrogênio.
  • Indivíduos em tratamento contra o câncer de mama e de próstata;
  • Pessoas com distúrbios mentais, passando por tratamento a base de lítio;
  • Portadores de transtornos da glândula tireoide.
Rachel BermanNutricionista
"As lignanas promovem a saúde dos seios e da próstata. Além disso, podem reduzir o risco de certos tipos de tumores causados por desequilíbrio hormonal, como o câncer de mama".

Critérios de compra

O óleo de linhaça pode ser um excelente complemento natural para o tratamento de diversas enfermidades, como a hipercolesterolemia (colesterol elevado no sangue), artrite reumatoide, psoríase e ressecamento ocular. No entanto, antes de comprar o seu óleo de linhaça, é preciso avaliar os seguintes critérios:

Processo de extração do óleo

Existem diversos métodos para se extrair o óleo das sementes de linhaça. Quando não é usado como alimento — e, portanto, a qualidade nutricional não é tão relevante —, costuma-se fazer a extração com solventes para aumentar o rendimento das sementes.

Já no caso do óleo utilizado como alimento ou, ainda, nos produtos que serão aplicados diretamente sobre a pele, o azeite deve ser virgem.

Essa designação significa que ele foi extraído com processo de prensagem a frio, sem utilização de nenhum aditivo químico sintético nem o emprego de altas temperaturas.

Em outras palavras, para manter todas as características nutricionais e físicas, e ser benéfico à saúde, o óleo de linhaça precisa ter sido extraído pelo processo de prensagem a frio. Na hora da compra, é fundamental verificar essa informação da embalagem ou na descrição do produto.

óleo de linhaça

O óleo de linhaça deve ser conservado em um lugar escuro e fresco, para evitar a oxidação. O ideal é deixá-lo refrigerado e, assim, preservar a qualidade nutricional, o sabor e o aroma. (Fonte: Alekseyrezin: 96743126/ 123rf.com)

Forma de apresentação

Como dissemos anteriormente, o óleo de linhaça pode ser consumido na forma líquida ou em cápsulas. Para quem gosta do sabor ou pretende utilizar o azeite na pele ou nos cabelos, a apresentação líquida é a mais indicada.

Já as cápsulas são mais práticas de ingerir e transportar no dia a dia. Para ajudar a escolher o melhor formato, preparamos uma tabele com as diferenças entre os dois principais modos de consumo:

Óleo de linhaça líquido Cápsulas de óleo de linhaça
Sabor Agradável, lembra o gosto das nozes Neutro
Forma de consumo Puro ou misturado com outros alimentos, em molhos frios e saladas Sozinha, acompanhada com bastante água para ingerir com mais facilidade
Dose diária recomendada Uma colher de chá (5 ml) Depende da concentração de Ômega 3 de cada cápsula. A porção de 1 a 3 cápsulas diárias costuma conferir entre 1000 e 1500 mg de ALA

Concentração de Ômega 3

O óleo de linhaça na forma líquida contém entre 50 % e 53 % de Ômega 3 — em forma de ácido alfa linolênico — em sua composição. Já as cápsulas podem ter quantidade variada do ácido graxo, oscilando entre 500 mg e 1000 mg por unidade.

Assim, de acordo com a concentração de ALA, a posologia pode variar entre 2 e 6 unidades por dia. Na hora de comprar, avalie a dosagem de ácido graxo em cada produto e compare a concentração de Ômega 3, o preço e a quantidade da embalagem. Desta forma, ficará mais fácil escolher!

Presença de lignanas

Na apresentação líquida do óleo de linhaça, há menor concentração de lignanas. Isso porque, como já explicamos, este composto está presente na fibra da linhaça. No entanto, por ser uma substância muito importante, muitos fabricantes têm desenvolvidos cápsulas de óleo de linhaça enriquecidas com lignanas.

Se a sua intenção é utilizar o óleo de linhaça como um aliado na proteção do sistema cardiovascular e contra alguns tipos de câncer, vale investir em um suplemento com alta concentração destes compostos. Mas lembre-se de conversar com seu médico se estiver passando por tratamento específico.

Alérgenos

De maneira geral, estamos falando de um produto puro, livre de qualquer aditivo. Por tal razão, o óleo de linhaça não deveria conter glúten, lactose ou traços de soja, por exemplo. No entanto, pode ocorrer contato com essas substâncias durante o processamento.

Se você possui algum tipo de intolerância ou alergia alimentar, é essencial verificar a composição do produto e certificar-se de que não há a presença de alérgenos na fórmula do seu suplemento. Via de regra, os fabricantes costumam alertar quando o produto pode ter tido contato com:

  • Frutos secos e sementes;
  • Gergelim;
  • Soja;
  • Lácteos.

Resumo

O óleo de linhaça está na categoria dos superalimentos, especialmente pela sua alta concentração de Ômega 3. Benéfico para o coração, a visão e para a pele, é um produto capaz de aliviar os sintomas de doenças auto-imunes cada vez mais incidentes, como a artrite reumatoide ou a Síndrome de Sjögren.

Neste artigo, mostramos que, além do seu uso medicinal, o óleo de linhaça também pode ser usado na culinária e em tratamentos cosméticos. Falamos sobre o uso seguro do óleo de linhaça, suas formas de aplicação e efeitos colaterais. Detalhamos, ainda, alguns critérios que podem ser determinantes para a compra.

Se você gostou deste guia, aproveite para compartilhar com outras pessoas e lembre-se das nossas dicas na hora de escolher o melhor óleo de linhaça de 2021. Um grande abraço!

(Fonte da imagem destacada: Cosentino: 38728754/ 123rf.com)

Referências (16)

1. Arias Nuñuvero J, López Carranza N. Estabilidad oxidativa y perfil de ácidos grasos del aceite de semilla de lino (linum usitatissimum) procedentes de corongo y otuzco, extraido por prensado en frío. 2015.
Fonte

2. Goyal A et al. Flax and flaxseed oil: an ancient medicine & modern functional food. 2014.
Fonte

3. Popa V et al. Fatty acids composition and oil characteristics of linseed (Linum Usitatissimum L.) from Romania. 2012.
Fonte

4. Ezzat S et al. Anticancer potentiality of lignan rich fraction of six Flaxseed cultivars. 2018.
Fonte

5. Akrami A et al. A Comparative Study of the Effect of Flaxseed Oil and Sunflower Oil on the Coagulation Score, Selected Oxidative and Inflammatory Parameters in Metabolic Syndrome Patients. 2020.
Fonte

6. Carretero Accame M. Aceites vegetales con actividad terapéutica (IV). 2008.
Fonte

7. Singh S, Nair V, Gupta Y. Linseed oil: an investigation of its antiarthritic activity in experimental models. 2012.
Fonte

8. Simopoulos A. Omega-3 Fatty Acids in Inflammation and Autoimmune Diseases. 2002.
Fonte

9. Bazinet R, Chu M. Omega-6 polyunsaturated fatty acids: Is a broad cholesterol-lowering health claim appropriate? 2014.
Fonte

10. Harris W. Omega-6 and omega-3 fatty acids: partners in prevention. 2010.
Fonte

11. Downie L et al. An artificial tear containing flaxseed oil for treating dry eye disease: A randomized controlled trial. 2020.
Fonte

12. Neukam K et al. Supplementation of flaxseed oil diminishes skin sensitivity and improves skin barrier function and condition. 2010.
Fonte

13. Webb A, McCullough M. Dietary Lignans: Potential Role in Cancer Prevention. 2005.
Fonte

14. Rondanini D, Castro D, Searles P, Rousseaux M. Fatty acid profiles of varietal virgin olive oils (Olea europaea L.) from mature orchards in warm arid valleys of Northwestern Argentina (La Rioja). 2011.
Fonte

15. Gallagher M. Los nutrientes y su metabolismo. En: Mahan L, Escott-Stump S. Krause. Dietoterapia (Edición 12). 2008. Elsevier Masson.
Fonte

16. Basch E et al. Flax and flaxseed oil (Linum usitatissimum): a review by the Natural Standard Research Collaboration. 2007.
Fonte

Por que você pode confiar em nós?

Artigo científico
Arias Nuñuvero J, López Carranza N. Estabilidad oxidativa y perfil de ácidos grasos del aceite de semilla de lino (linum usitatissimum) procedentes de corongo y otuzco, extraido por prensado en frío. 2015.
Ir para a fonte
Artigo científico
Goyal A et al. Flax and flaxseed oil: an ancient medicine & modern functional food. 2014.
Ir para a fonte
Artigo científico
Popa V et al. Fatty acids composition and oil characteristics of linseed (Linum Usitatissimum L.) from Romania. 2012.
Ir para a fonte
Artigo científico
Ezzat S et al. Anticancer potentiality of lignan rich fraction of six Flaxseed cultivars. 2018.
Ir para a fonte
Ensaio clínico
Akrami A et al. A Comparative Study of the Effect of Flaxseed Oil and Sunflower Oil on the Coagulation Score, Selected Oxidative and Inflammatory Parameters in Metabolic Syndrome Patients. 2020.
Ir para a fonte
Artigo científico
Carretero Accame M. Aceites vegetales con actividad terapéutica (IV). 2008.
Ir para a fonte
Artigo científico
Singh S, Nair V, Gupta Y. Linseed oil: an investigation of its antiarthritic activity in experimental models. 2012.
Ir para a fonte
Artigo científico
Simopoulos A. Omega-3 Fatty Acids in Inflammation and Autoimmune Diseases. 2002.
Ir para a fonte
Artigo científico
Bazinet R, Chu M. Omega-6 polyunsaturated fatty acids: Is a broad cholesterol-lowering health claim appropriate? 2014.
Ir para a fonte
Artigo científico
Harris W. Omega-6 and omega-3 fatty acids: partners in prevention. 2010.
Ir para a fonte
Ensaio clínico
Downie L et al. An artificial tear containing flaxseed oil for treating dry eye disease: A randomized controlled trial. 2020.
Ir para a fonte
Ensaio clínico
Neukam K et al. Supplementation of flaxseed oil diminishes skin sensitivity and improves skin barrier function and condition. 2010.
Ir para a fonte
Artigo científico
Webb A, McCullough M. Dietary Lignans: Potential Role in Cancer Prevention. 2005.
Ir para a fonte
Artigo científico
Rondanini D, Castro D, Searles P, Rousseaux M. Fatty acid profiles of varietal virgin olive oils (Olea europaea L.) from mature orchards in warm arid valleys of Northwestern Argentina (La Rioja). 2011.
Ir para a fonte
Livro
Gallagher M. Los nutrientes y su metabolismo. En: Mahan L, Escott-Stump S. Krause. Dietoterapia (Edición 12). 2008. Elsevier Masson.
Ir para a fonte
Artigo científico
Basch E et al. Flax and flaxseed oil (Linum usitatissimum): a review by the Natural Standard Research Collaboration. 2007.
Ir para a fonte
Resenhas